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Paul McCartney vai a ato em NY contra armas e lembra Lennon

O ex-Beatle disse que é importante dar voz às pessoas que pedem leis para restringir a venda e a posse de armas nos Estados Unidos, para reduzir a violência

Por Da Redação - Atualizado em 24 mar 2018, 23h02 - Publicado em 24 mar 2018, 22h57

O cantor inglês Paul McCartney participou nesta tarde de sábado de marcha que reuniu dezenas de milhares de pessoas em Nova York contra o uso indiscriminado de armas de fogo. A Marcha pelas Nossas Vidas (March for Our Lives, em inglês) foi realizada em dezenas de cidades americanas e também na Europa, na esteira da série de tiroteios e massacres que aconteceram nos últimos anos, em especial nos Estados Unidos. O ato foi considerado uma das maiores manifestações de jovens nas últimas décadas no país.

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Happy to be marching against gun violence. #marchforourlives #wecanendgunviolence #neveragain #everytown

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Com uma camiseta preta em que estava escrito “we can end gun violence” (“nós podemos acabar com a violência das armas”), o ex-Beatle lembrou da morte do companheiro de banda, John Lennon, em 1980, em Nova York. Lennon foi assassinado com quatro tiros por Mark David Chapman, que era esquizofrênico e viciado em drogas.

“Um dos meus melhores amigos foi morto com a violência de armas bem perto daqui”, disse McCartney a um jornalista da rede CNN. “Vim para dar apoio às pessoas que estão aqui. É importante que suas vozes sejam ouvidas”, afirmou. O cantor e compositor estava acompanhado de sua mulher, Nancy Shevell.

A Marcha pelas Nossas Vidas foi organizada por adolescentes que sobreviveram ao massacre ocorrido em fevereiro em uma escola secundária em Parkland, na Flórida. Dezessete estudantes foram assassinados por um ex-aluno que invadiu a escola com um rifle AR-15 e disparou contra professores e outros jovens.

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