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Parlamento francês proíbe políticos de contratar familiares

Além dos congressistas, lei afeta ministros, senadores e cargos públicos locais

Por Da redação Atualizado em 3 ago 2017, 11h56 - Publicado em 3 ago 2017, 11h15

O Parlamento da França proibiu nesta quinta-feira os deputados de contratem familiares como assistentes, uma medida que faz parte da lei de moralização da vida pública. A medida votada pela Assembleia Nacional também afeta ministros, senadores e cargos públicos municipais, e impede a contratação dos familiares mais próximos (cônjuge, pais e filhos).

O texto deixa a porta aberta para as pessoas que somente tenham “vínculo familiar” a partir de segundo grau.

  • O projeto de lei foi aprovado com maioria folgada, com 383 votos a favor, três contra e 48 abstenções.

    Esta proibição foi anunciada durante a campanha presidencial pelo atual chefe de Estado, Emmanuel Macron, depois que o ex-candidato conservador e rival, François Fillon, foi acusado por de dado emprego fictício a sua esposa durante décadas como assistente parlamentar.

    O Parlamento ainda deve votar, no dia 9 de agosto, o outro texto da lei de moralização, que inclui acabar com a obscura reserva parlamentar, um fundo de 146 milhões de euros que permite aos parlamentares financiar projetos locais, entre novas medidas.

    (Com EFE)

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