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ONU premia 2 iniciativas brasileiras em serviços públicos

Nações Unidas, 25 jun (EFE).- A ONU celebrou nesta segunda-feira o 12º Prêmio ao Serviço Público das Nações Unidas (UNPSA), que agraciaram duas iniciativas do Brasil entre outras de diversos países do mundo, por seu impacto positivo sobre a população.

Os dois primeiros prêmios na cerimônia foram para projetos pernambucanos. O primeiro, chamado ‘Chapéu de Palha Mulher’ é uma iniciativa da Secretaria estadual da Mulher e tem o objetivo de amparar famílias dos trabalhadores da cana de açúcar e estende o benefício às mulheres.

Enquanto isso, o programa de seminários de participação cidadã ‘Todos por Pernambuco’, envolve todo o estado na tentativa de ouvir as demandas da população antes do governo elaborar o Plano Plurianual (PPA) e a Lei Orçamentária estadual dos anos seguintes.

‘Estes prêmios reforçam nossos compromissos com a inovação do serviço público e são uma oportunidade de compartilhar no exterior nossas experiências e boas práticas na tentativa de fazer mais com menos para as pessoas mais necessitadas’, disse à agência Efe o governador do estado, Eduardo Campos, quem recebeu os prêmios.

Para Campos, estes prêmios demonstram esforço realizado pelo Brasil para melhorar a gestão pública, além das práticas e ideias defendidas no estado de Pernambuco.

Na cerimônia na Assembleia Geral da ONU, o México foi a nação latino-americana mais premiada, no dia em que se comemora o Dia do Serviço Público (23 de junho).

Na categoria de combate da corrupção nos serviços públicos, os projetos premiados foram a criação de uma unidade que controla e audita o trabalho público, e o Sistema Nacional de Contratações Públicas, que derrubou regulações.

Além disso, foram agraciados um programa de apoio às mães em creches em todo o país e um projeto de Inclusão Financeira.

Já o programa ‘Farmácias do Povo’ da República Dominicana ficou na primeira posição na categoria ‘Melhorando a prestação de serviços públicos’, por oferecer serviços de saúde e remédios aos grupos mais necessitados. EFE