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ONU homenageia os mais de 100 funcionários mortos em Gaza

Em sinal de luto, bandeira das Nações Unidas foi hasteada a meio mastro em todas as sedes do órgão e colaboradores fizeram minuto de silêncio

Por Da Redação
13 nov 2023, 15h44

A bandeira das Nações Unidas amanheceu a meio mastro nesta segunda-feira, 13, em todas as sedes da entidade ao redor do mundo, onde colaboradores observaram um minuto de silêncio em homenagem aos 101 trabalhadores humanitários mortos no confronto em Gaza, vinculados à agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA).

O diretor da UNRWA no território palestino, Tom White, afirmou por meio de um comunicado que aprecia o fato da ONU ter baixado a bandeira em todo o mundo, mas que o mesmo não poderia ser feito no território palestino.

“Em Gaza, temos de manter a bandeira da ONU hasteada bem alto, como um sinal de que ainda estamos de pé e servindo o povo”, apontou White.

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, também prestou reverências às vítimas, ao lado do presidente da Assembleia Geral, Dennis Francis, e de dezenas de colaboradores na sede da entidade em Nova York, nos Estados Unidos.

A diretora-geral do escritório da organização em Genebra, na Suíça, Tatiana Valovaya, lembrou que o embate iniciado em outubro deste ano entre Israel e os militantes do Hamas já matou mais funcionários da ONU do que qualquer outra guerra desde a sua fundação, em 1945.

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“Estamos reunidos aqui hoje, neste local muito simbólico, para prestar homenagem aos nossos corajosos colegas que sacrificaram as suas vidas enquanto serviam sob a bandeira das Nações Unidas”, disse Valovaya.

Na última sexta-feira, a UNRWA revelou que, além dos trabalhadores que foram mortos em atuação, outros foram vitimados na fila para comprar pão, ou junto com suas famílias em suas próprias casas.

A UNRWA foi fundada em 1949, após a primeira guerra árabe-israelense, e se dedica a prestar serviços públicos, como saúde, educação e outras ajudas humanitárias. Dentre os mais de 5 mil servidores da agência que atuam em Gaza, a maioria deles são refugiados palestinos.

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