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Obama põe fim à Era Bush

Por Da Redação 23 jan 2009, 20h24

Tudo esteve perfeito para uma solenidade triunfal. O cenário era imperial, com as bandeiras americanas desfraldadas ao longo das delgadas colunas coríntias e o palco espamarrado sob a vigilância da imponente cúpula do Capitólio. Soaram os clarins, rufaram os tambores e, diante de 2 milhões de pessoas, Barack Obama tomou posse como presidente dos Estados Unidos e começou um surpreendente contraste.

Obama prestou juramento, tropeçou nas palavras e, durante dezoito minutos, sem nenhum fausto e nenhuma pompa, fez um discurso admirável pela humildade e pelo realismo. Disse que “o mundo mudou, e nós temos de mudar com ele”, falou do “medo persistente de que o declínio dos Estados Unidos seja inevitável”, sublinhou a gravidade da crise econômica e, claro, fez o que o mundo vinha esperando com ansiedade: anunciou o fim das políticas de George W. Bush, sentado a poucos metros dali.

Desde a posse de Franklin Roosevelt em 1933, um presidente não assumia rompendo tão abertamente com o antecessor. Seguindo a melhor etiqueta política, Obama agradeceu Bush pela “generosidade e cooperação” na transição e não mencionou seu nome nas críticas, mas deixou evidente o tom de ruptura.

Leia a reportagem completa em VEJA desta semana (na íntegra exclusivo para assinantes)

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