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Obama pede que candidatos evitem ‘insultos’ na campanha presidencial

Por Da Redação 12 mar 2016, 17h19

O presidente americano Barack Obama entrou pediu neste sábado aos candidatos que evitem o linguajar ofensivo que desvirtua a corrida para sucedê-lo.

“Aqueles que estão na campanha devem se concentrar em como fazer as coisas melhor, e não em proferir insultos, brincadeiras escolares e deturpações, ou se dividirem por questões de raça e fé e, certamente, não (devem se concentrar) na violência entre americanos”, disse Obama, num evento de arrecadação de fundos em Dallas, no Texas.

O líder se pronunciou um dia depois de um comício organizado pelo pré-candidato republicano favorito nas pesquisas, Donald Trump, em Chicago, ser adiado por causa de confrontos entre seus partidários e manifestantes.

Antes disso, durante um ato eleitoral em Saint Louis, no Missouri, em que 32 pessoas foram presas, Trump havia se referido a episódios anteriores de violência entre seus simpatizantes e seus opositores.”Honestamente, é mais divertido do que ouvir um discurso, vocês não acham?”, indagou.

Em primeiro de fevereiro, o pré-candidato havia convocado seus correligionários a “confrontarem” os manifestantes e prometeu arcar com suas despesas com advogados.

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Desde o início de sua campanha eleitoral, o magnata do setor imobiliário recebe duras críticas por suas declarações e propostas sobre os imigrantes mexicanos e sobre os muçulmanos. Segundo críticos, estes pronunciamentos se tornam gatilhos para uma série de tensões.

Suas declarações sobre os incidentes em seus comícios foram duramente criticadas por representantes democratas, depois do que aconteceu em Chicago.

Trump também foi criticado por rivais dentro do próprio partido, para quem as primárias da próxima terça-feira, representam uma das últimas chances de impedir que o bilionário se transforme no candidato republicano nas eleições presidenciais. “Donald Trump semeou a divisão e colheu os frutos esta noite, foi horrível”, disse o aspirante presidencial republicano John Kasich, governador de Ohio.

O senador Ted Cruz, principal oponente de Trump, acusou o magnata de “criar um ambiente que só encoraja este tipo de discórdia violenta”.

(com AFP)

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