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Obama diz que vazamento de dados de Michelle está sob investigação

Além da primeira-dama, também foram divulgadas informações do vice-presidente Joe Biden e de celebridades como Beyoncé e Ashton Kutcher

Por Da Redação 13 mar 2013, 11h37

Autoridades americanas estão investigando o vazamento pela internet de dados pessoais e financeiros da primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, do vice-presidente, Joe Biden, e de outros integrantes do governo e personalidades como os cantores Beyoncé e Jay-Z, disse o presidente Barack Obama.

“Não devemos nos surpreender pelo fato de que, se existem hackers que desejam se empenhar e têm muitos recursos, eles podem acessar essa informação”, disse Obama ao canal ABC News, na terça-feira. “Não tenho certeza sobre a precisão (das informações divulgadas), mas há sites por aí que divulgam dados sobre os cartões de crédito das pessoas”.

Na segunda-feira, informações como números da previdência, telefones, endereços e relatórios de crédito foram divulgados em um site, mas alguns dos telefones que apareceram estavam errados. A lista de personalidades atingidas inclui ainda o diretor do FBI, a polícia federal americana, Robert Mueller, o secretário de Justiça, Eric Holder, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, o chefe de polícia de Los Angeles, Charlie Beck, os atores Ashton Kutcher e Arnold Schwarzenegger e o magnata Donald Trump.

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O Serviço Secreto dos EUA disse que não comentaria a investigação sobre o vazamento de dados relacionados à primeira-dama. A polícia de Los Angeles disse que o caso relacionado ao seu diretor está sendo investigado, mas que outras pessoas que se sintam afetadas precisariam fazer um boletim de ocorrência. Não se sabe se as celebridades envolvidas já prestaram queixa.

A Equifax, uma das três principais empresas de monitoramento de crédito nos EUA, disse que quatro pessoas conhecidas, que não foram identificadas, tiveram suas informações acessadas pelo annualcreditreport.com, um site partilhado com as concorrentes TransUnion e Experian.

“Os fraudadores teriam tido muita informação… é algo bem detalhado”, disse Timothy Klein, porta-voz da empresa, acrescentando que os fraudadores tinham dados de crédito das vítimas, o que lhes permitiu passar pelas autenticações do site. Segundo Klein, a empresa está tomando providências aumentar a proteção dos dados.

(Com agência Reuters)

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