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Obama diz que EUA nunca esquecerão 11 de setembro

O presidente se encontrou com familiares das vítimas dos atentados no memorial construído no local onde ficavam os arranha-céus derrubados por aviões sequestrados por terroristas sob o comandado de bin Laden

Por Da Redação 5 Maio 2011, 15h40

O presidente dos EUA, Barack Obama, visitou nesta quinta-feira, o Marco Zero, local onde ficavam as Torres Gêmeas derrubadas em um dos ataques terroristas em 11 de setembro de 2001. A visita ocorre quatro dias após a morte de Osama bin Laden, líder da organização Al Qaeda, responsável pelos atentados.

“O que aconteceu domingo, graças à coragem de nossos militares e ao trabalho extraordinário de nossos serviços de inteligência, envia uma mensagem ao mundo todo, mas também aos americanos: quando dizemos que não esqueceremos nunca, isso é sério”, disse Obama no quartel do Corpo de Bombeiros, perto do local.

No batalhão, que perdeu 15 homens durante o 11 de setembro de 2001, o presidente disse que os atentados fizeram desses oficiais heróis e símbolos da nação, mas que o episódio custou inúmeras vidas. “Este é um local simbólico do sacrifício extraordinário que foi feito naquele dia terrível”, disse. O presidente americano acredita que o resultado trouxe “algum conforto” aos bombeiros e agradeceu o sacrifício diário da corporação.

Obama também se encontrou com familiares das vítimas dos atentados no memorial construído na área onde ficavam os arranha-céus destruídos por aviões sequestrados por terroristas comandados por bin Laden. Cerca de 3.000 pessoas morreram no atentado, considerado o maior da história.

Catarse – O porta-voz da Casa Branca, Jim Carney, disse que o objetivo de Obama, nesta quinta, era homenagear o espírito de unidade que os americanos sentiram após o ataque. Ele também classificou a morte de bin Laden como “um momento de catarse significativo para o povo americano.”

A Casa Branca evitou a polêmica sobre as circunstâncias exatas da ação, destacando, por sua vez, que ela foi executada “perfeitamente”. Funcionários do governo informaram apenas que Obama vai se reunir com alguns integrantes do comando da operação, na sexta-feira.

(Com agência France-Presse)

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