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Obama apoia protestos nos EUA e denuncia discriminação religiosa

Através de um porta-voz, o ex-presidente fez sua primeira manifestação pública desde que entregou o cargo para Donald Trump

Por Da redação 30 jan 2017, 21h32

O ex-presidente americano Barack Obama se manifestou pela primeira vez após a posse de Donald Trump, para apoiar os protestos contra a nova política migratória do governo. Sem mencionar o nome do sucessor, ou a ordem executiva, o porta-voz do democrata, Kevin Lewis, disse nesta segunda-feira que Obama está “comovido pelo nível de compromisso em todo o país”.

“Em seu último discurso oficial como presidente, ele [Obama] falou sobre o importante papel dos cidadãos e como todos os americanos têm responsabilidade de serem guaridões da democracia — não só durante uma eleição, mas todos os dias”, afirmou Lewis em nota. De acordo com o porta-voz, é esperado que a população use seu direito de protestar, quando “valores americanos estão em risco”.

  • Em clara referência à medida de Trump para banir cidadãos de sete países muçulmanos, Lewis comentou ainda que Obama discorda “fundamentalmente da noção de discriminar indivíduos por causa de sua fé”. Desde que a ordem executiva entrou em vigor, na última sexta-feira, centenas de manifestantes se reuniram em aeroportos dos Estados Unidos, onde imigrantes e turistas das nações banidas estão sendo detidos.

    Embora indireta, essa é a primeira manifestação pública do ex-presidente Obama desde 20 de janeiro, quando passou o cargo para Trump. Prometendo se manter afastado do governo, para dar espaço à nova gestão, o democrata saiu de férias com a família na Califórnia.

    (Com AFP)

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