O ‘manifesto da IA’ defendido por Mark Zuckerberg, que contraria empresários e pesquisadores
CEO da Meta redigiu texto de 6.500 palavras sobre tecnologia
O bilionário da tecnologia Mark Zuckerberg publicou nesta segunda-feira, 10, um “manifesto” no qual defende que a inteligência artificial seja “distribuída amplamente” entre as pessoas comuns, e não concentrada em poucas instituições. Com 6.500 palavras, a peça é intitulada “O Futuro é para Todos” e argumenta que os Estados Unidos não devem restringir o acesso a modelos de código aberto – sistemas de inteligência artificial cujos parâmetros e códigos-fonte estão disponíveis publicamente para qualquer pessoa utilizar.
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Zuckerberg considera “inerentemente problemática” a ideia de que a IA seja tão perigosa a ponto de o único caminho seguro ser uma concentração extrema de poder. O presidente-executivo da Meta é crítico do aumento das barreiras de acesso aos sistemas de código aberto e defende que centralizar o uso da IA em uma “superinteligência única e benevolente” não seria uma solução. Em vez disso, ele pede a redução de barreiras regulatórias para permitir a competição com startups chinesas, como DeepSeek e Moonshot.
“Laboratórios estrangeiros têm hoje várias vantagens porque os laboratórios americanos precisam cumprir muitas restrições adicionais sobre dados de treinamento”, escreveu o bilionário.







