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O enigma Trump só aumentou

O presidente eleito Donald Trump faz suspense, nomeia assessores para depois demiti-los e até sai escondido para jantar

Por Da redação - 20 nov 2016, 09h36

Com temperamento imprevisível, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, já dá sinais de que comandará o país sob suspense. Se após o encontro com o presidente Barack Obama havia surgido uma nesga de esperança de que Trump vestiria um figurino à altura do cargo, seu comportamento da última semana já provou que tudo continua enigmático. Como primeira missão na Casa Branca, Trump precisará escolher colaboradores próximos e indicar 4.100 nomes para os mais diversos postos, o que inclui o alto escalão das agências americanas. Autossuficiente e desconfiado dos políticos tradicionais, o magnata começa a recorrer a amigos e familiares, como o genro Jared Kushner. Em VEJA desta semana, conheça os primeiros escolhidos de Trump e veja como seu modo imprevisível de agir pode afetar o funcionamento do governo.

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