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Número vítimas em atentados de Bruxelas sobe para 35

A polícia belga segue realizando operações para identificar e prender pessoas ligadas a grupos terroristas. Nesta segunda, três pessoas foram detidas

Por Da Redação Atualizado em 30 jul 2020, 21h10 - Publicado em 28 mar 2016, 07h58

O número de mortos nos atentados de 22 de março em Bruxelas subiu para 35, após o falecimento de quatro pessoas que estavam internadas em estado grave, informou nesta segunda-feira o governo belga. “As equipes médicas fizeram todo o possível. Meus pêsames a todas as famílias”, afirmou a ministra belga de Saúde, Maggie De Block, em mensagem na rede social Twitter.

No balanço divulgado ontem à noite pelo Centro de Crise da Bélgica, as autoridades e legistas belgas tinham identificado formalmente 28 das vítimas mortais, enquanto três esperavam a verificação oficial após uma análise de DNA. Este balanço não inclui os terroristas suicidas do atentado, que por enquanto oficialmente são três. Dos 28 identificados, quinze morreram nas duas explosões no Aeroporto Internacional de Zaventem. Delas, seis têm nacionalidade belga e nove são estrangeiras dos Estados Unidos, Holanda, Suécia, Alemanha, França e China.

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No ataque no metrô de Maelbee, foram identificadas até agora treze vítimas, das quais dez são belgas e três estrangeiras da Itália, Suécia e da Grã-Bretanha. O Centro de Crise esclareceu que as nacionalidades dos estrangeiros mortos podem diferir dado que algumas vítimas podem ter dupla ou inclusive tripla nacionalidade.

Prisões – Três homens foram presos nesta segunda na Bélgica por “participação em atividades de um grupo terrorista” após uma operação realizada no domingo em várias cidades do país, anunciou a procuradoria federal. Yassine A., Mohamed B. e Aboubaker O. foram detidos, mas a polícia não especificou se eles têm vínculos com os atentados de Bruxelas.

A polícia realizou treze operações no domingo em Bruxelas e em outras duas cidades flamencas do norte, Malinas e Duffel. Na investigação sobre os atentados de Bruxelas, que deixaram 35 mortos e 340 feridos, apenas um suspeito, Fayçal Cheffou, foi acusado até o momento.

(Da redação)

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