Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Número de vítimas de terremoto na China chega a 94

Há mais de 1.000 feridos em tremor registrado em província de Gansu

Por Da Redação
23 jul 2013, 10h11

O número de vítimas do terremoto de 6,6 graus de magnitude que atingiu a província chinesa de Gansu na segunda-feira chega a 94, afirmaram autoridades da China nesta terça-feira. O número de feridos já passou de 1.000, 70 deles em estado grave. Ainda há ao menos uma pessoa desaparecida.

As investigações preliminares indicam que o tremor, junto a suas mais de 400 réplicas, provocou a queda de 51.800 casas e danificou gravemente mais 240.000 imóveis. A maioria dos municípios da província de Gansu, uma das áreas menos povoadas da China, foi afetada pelo tremor, sendo que muitas ficaram parcialmente incomunicáveis durante horas devido aos cortes elétricos.

Leia também:

Leia também: Fortes chuvas deixam ao menos 28 mortos na China

O hipocentro do terremoto foi na cidade de Dingxi, com quase 2,7 milhões de habitantes, a cerca de 170 quilômetros ao leste da capital da província, Lanzhou, e a 20 quilômetros de profundidade. No entanto, a maioria das mortes ocorreu nas áreas rurais situadas ao sul da cidade, onde as construções costumam ser menos resistentes.

Continua após a publicidade

Deslocamentos – Por enquanto, as autoridades locais deslocaram 226.700 pessoas para lugares mais seguros. Muitas delas foram afetadas não somente pelo terremoto, mas pelas fortes chuvas e inundações que castigam ainda mais a região. As autoridades locais ainda trabalham com a possibilidade de deslizamentos de terras ou futuras réplicas do terremoto.

Na segunda-feira, o governo chinês enviou à região 10.000 tendas de acampamento e 30.000 lençóis – provisões que, segundo o prefeito da cidade de Dingxi, “não são suficientes para atender os milhares de desabrigados”. O oeste da China é uma região com frequente atividade sísmica. Em abril de 2010, um terremoto de 6,9 graus na província ocidental de Qinghai, no planalto tibetano, causou a morte de quase 2.700 pessoas.

(Com agência EFE)

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.