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Novos e-mails de Hillary vieram de celular de marido de auxiliar

Segundo o New York Times, o FBI está investigando mensagens enviadas a uma adolescente de 15 anos da Carolina do Norte

Por Da redação Atualizado em 28 out 2016, 19h36 - Publicado em 28 out 2016, 19h14

Os novos e-mails que motivaram a reabertura da investigação do FBI sobre o uso de um servidor privado de e-mails pela candidata à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton, quando ocupou o cargo de secretária de Estado, vieram de dispositivos apreendidos da principal assistente da ex-primeira-dama e seu marido, informou nesta sexta-feira o jornal The New York Times.

Segundo o Times, que cita fontes oficiais não identificadas, a investigação do FBI está analisando mensagens de texto enviados a uma adolescente de 15 anos da Carolina do Norte por Anthony Weiner, marido de Huma Abedin, importante auxiliar da democrata na campanha eleitoral.

  • Wiener já foi pego em flagrante em diversos escândalos envolvendo trocas de mensagens de conteúdo sexual explícito. O ex-congressista teve de renunciar ao seu cargo político quando as primeiras fotos suas seminu vazaram na internet – ele as havia enviado pelo Twitter a uma mulher de 21 anos de Seattle, em 2011. Depois disso, outros dois vazamentos de fotos e mensagens sexuais prejudicaram sua campanha para prefeito de Nova York e seu casamento.

    O FBI anunciou hoje que reabriu a investigação sobre o uso de um servidor privado de e-mails por Clinton durante seu período como secretária de Estado, entre os anos de 2009 e 2013. Segundo o diretor do órgão, James Comey, o objetivo é averiguar se as novas mensagens descobertas possuíam conteúdos sigilosos. No entanto, ele foi incapaz de dizer se esse novo material é “significativo” para a investigação ou quanto tempo a verificação irá demorar para ser concluída.

    A campanha de Clinton pediu que o FBI libere mais informações sobre a investigação e os novos e-mails descobertos. “O diretor (do FBI) deve fornecer ao povo norte-americano imediatamente as informações completas sobre o que ele está analisando agora”, afirmou o chefe da campanha, John Podesta, em um comunicado. “Estamos confiantes de que não produzirá quaisquer conclusões diferentes das que o FBI chegou em julho”, completou sobre a investigação.

    (Com EFE e Reuters)

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