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Nova pista pode mudar caso de menina desaparecida

Duas mulheres viram um homem suspeito jogando um saco de lixo em um rio no dia que April Jones sumiu

Por Da Redação 4 out 2012, 23h05

O desaparecimento da menina britânica April Jones, de 5 anos ganhou um novo rumo. A imprensa local publicou que duas mulheres suspeitaram de um homem levando um saco de lixo, que parecia ter uma criança dentro. As testemunhas disseram que ele foi em direção ao rio Dyfi, localizado nas proximidades da cidade de Machynlleth, onde April sumiu, na última segunda-feira.

Uma das testemunhas, Carwen Sheen, de 36 anos, disse, em entrevista ao jornal Mirror, que estava conversando com uma amiga quando viu o sujeito. Ela destacou que contou às autoridades todos os detalhes da cena. “Agora cabe a eles” resolver o caso, concluiu.

Saiba mais: Menina britânica desaparecida sofre de paralisia cerebral

Apoio – A população da cidade, que está comovida com o caso e vem ajudando nas operações de busca, encontrou um novo modo de apoiar a mãe de April, Coral. Estão sendo colocados laços rosas em todos os cantos da cidade em referência a cor favorita da menina que sofre de paralisia cerebral. “Sintam-se a vontade para amarrar uma fita em qualquer objeto para mostrar a April seu apoio e que você ainda está buscando por ela”, disse a mãe da garota por meio de sua conta no Facebook.

A irmã da vítima, Jazmin, de 16 anos, por sua vez, disse que “saber que April ainda não foi encontrada e saber que alguém sabe algo sobre o caso mas não diz nada, me faz me senti ainda pior”, como publicou o jornal Herald Sun.

Premiê – O primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, pediu ajuda à população hoje para encontrar a menina. Em declaração à TV, ele pediu para que qualquer pessoa que tenha informação sobre o paradeiro da pequena April entre em contato com a polícia e qualificou de ‘pesadelo para qualquer família’ o desaparecimento de uma criança. “Meu coração está com a família de April. Isto é um pesadelo e o fato de que sofra de paralisia cerebral, algo que conheço um pouco pelos meus próprios filhos, torna-o ainda pior”, disse Cameron, cujo filho morreu em decorrência da doença, em 2009.

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