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No Dia da Mulher, 51 países terão uma ‘greve geral feminina’

No Dia Internacional da Mulher, 51 países se mobilizam para realizar uma paralisação mundial

Organizações de diversos países do mundo estão se preparando nesta quarta-feira para o movimento “um dia sem mulheres”. A iniciativa pretende mobilizar uma greve geral feminina: mulheres deixarão de praticar suas atividades profissionais, domésticas e sociais durante o Dia Internacional da Mulher.

“Nosso objetivo é fazer com que as pessoas reflitam sobre o retrocesso nos direitos das mulheres, e pressionem os governos para que tomem as devidas medidas”, disse ao site de VEJA Klementyna Suchanow, a organizadora do movimento International Women’s Strike – IWS (Greve internacional das mulheres, em inglês), composto por mulheres e coletivos feministas como Ni una menos, da Argentina, e o World March of Women (Marcha mundial das mulheres), dos Estados Unidos.

“Também queremos construir um senso de solidariedade entre as mulheres e transmitir o sentimento de que elas não estão sozinhas com seus problemas”, acrescentou.

Klementyna disse que quem não puder aderir à greve programada para acontecer em 51 países pode, por exemplo, programar uma pausa de uma hora no trabalho, além de boicotar empresas e estabelecimentos que fazem publicidade sexista. Cada região terá uma cor para demonstrar apoio ao movimento: a América Latina usará violeta, os Estados Unidos vestirão vermelho e a Europa, a cor preta.

Origem

O IWS é inspirado em protestos feministas de outubro de 2016. O principal deles, intitulado “segunda-feira negra”, ocorreu na Polônia, onde mulheres organizaram uma greve de 24 horas contra o projeto de lei que tentava introduzir a penalização do aborto. A princípio banalizado pelas autoridades, o movimento ganhou força e a lei acabou rejeitada pelo parlamento polonês.

Após o evento, as organizadoras da “segunda-feira negra” resolveram se associar a movimentos feministas de outros países para promover uma ação conjunta – daí a greve no dia 08 de março de 2017, sob o lema “Solidariedade é a nossa arma”. A ideia do “dia sem mulheres” conta também com o apoio das participantes da “Marcha das Mulheres” contra o presidente Donald Trump, movimento que levou milhares de pessoas às ruas de Washington, em janeiro deste ano.

Comentários

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  1. 51 países, todos ocidentais onde as mulheres têm direitos iguais aos homens. Ficam aí reclamando de suas Pátrias, mas se calam com a violência contra a mulher no Irã, Arábia Saudita, Somália ou Coreia do Norte, apenas para citar alguns exemplos. Não querem direitos iguais pras mulheres do mundo, querem privilégios no seu mundinho ocidental, com internet banda larga e toda a segurança.

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  2. Democrata Cristão

    Porque este movimento não combate o islã que oprime as mulheres? Hein?!

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  3. Que palhaçada.

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  4. Uma vez insatisfeita, sempre insatisfeita. Se não há nada para “insatisfazer” logo criam algo.

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  5. A esquerda canalha transformou um dia que era para ser de homenagem e reconhecimento em um dia de luto, protesto e revolta.

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  6. Vanessa Pereira

    Maldita esquerdalha que fomenta o ódio e o sectarismo… no ocidente é claro! Duvido que esses movimentos, greves atinjam o mundo islâmico onde as mulheres são de fato oprimidas e assassinadas com aval do Estado.

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  7. Que idiotice!

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  8. Aí, depois reclamam q não são contratadas. Depois é tpm. Tem cq trabalhar

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  9. Cilas Pereira

    eu acho que as mulheres devem ter seus direitos respeitados, mas essa idéia do politicamente correto, de pressão pra isso e aquilo já encheu a paciência, se ficar muito chato a gente deixa passar o dia e volta a conversar amanhã, continuando com o respeito e o direito à igualdade.

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