Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Na COP-25, Brasil busca recurso internacional para política de preservação

Governo brasileiro, que abriu mão de sediar a cúpula sobre mudanças climáticas, inicia evento em Madri nesta segunda com cobrança a países desenvolvidos

Por Da Redação
1 dez 2019, 22h01

A Conferência Internacional sobre Mudança Climática das Nações Unidas (COP-25) começa nesta segunda-feira 2 em Madri, Espanha, sob o slogan “#Time for action” (Hora da mudança). A cúpula, que dura até o dia 13 de dezembro, reúne representantes de 195 países e membros da sociedade civil para discutir os detalhes técnicos e legais do Acordo de Paris para o clima.

A COP-25 estava prevista para acontecer inicialmente no Brasil, mas o presidente Jair Bolsonaro decidiu não sediar o evento em novembro de 2018, alegando na época falta de recursos. A conferência passou então para Santiago, no Chile, mas a sede teve que ser alterada a pouco mais de um mês da reunião por causa dos violentos protestos contra o governo de Sebastián Piñera.

No domingo que antecedeu o evento, o ministro brasileiro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, se reuniu com o português António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, em busca de recursos ao país por conta do acordo. Salles pretende utilizar o evento para promover avanços no Artigo 6 do Acordo de Paris, adotado ao fim da 21ª Conferência das Partes (COP-21).

O texto em questão estabelece que países desenvolvidos forneçam ajuda financeira às nações em desenvolvimento – como o Brasil – para custear ações em prol da redução dos gases de efeito estufa e de promoção do desenvolvimento sustentável.

Continua após a publicidade

“Nossa missão na COP será fazer valer a promessa dos países ricos para com os países em desenvolvimento de prover recursos no montante necessário e suficiente para remunerar pelo trabalho que o Brasil já faz”, disse Salles na semana anterior ao evento. 

Neste domingo, António Guterres pediu aos governos do mundo “mais vontade política” para combater as mudanças climáticas.

“Nossa guerra contra a natureza deve terminar, e sabemos que é possível. Nós apenas temos que parar de cavar e perfurar e aproveitar as enormes possibilidades oferecidas pelas energias renováveis ​​e as soluções baseadas na natureza”, disse o secretário-geral da ONU.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

O Brasil está mudando. O tempo todo.

Acompanhe por VEJA.

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.