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Membro do governo da Ucrânia diz que ligação de Biden não foi boa

Casa Branca nega afirmação de funcionário ucraniano e diz que fontes anônimas estão ‘vazando mentiras’ sobre o caso

Por Duda Gomes Atualizado em 28 jan 2022, 15h36 - Publicado em 28 jan 2022, 15h01

A conversa telefônica entre o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, “não correu bem”, segundo afirmação de funcionário ucraniano do alto escalão feita à imprensa local.

A divergência na conversa foi sobre os “níveis de risco” de um possível ataque da Rússia.

A Casa Branca contestou as informações e afirmou que fontes anônimas estavam vazando mentiras. Também disse que Biden alertou a Zelensky que a invasão é uma “possibilidade concreta”.

A Casa Branca disse ainda que Biden reafirmou a Zelensky que os Estados Unidos “responderiam decisivamente” se a Rússia invadir a Ucrânia.

“O presidente Biden observou que os Estados Unidos forneceram à Ucrânia mais de meio bilhão de dólares em desenvolvimento e assistência humanitária no ano passado e estão explorando apoio macroeconômico adicional para ajudar a economia da Ucrânia em meio à pressão resultante do aumento militar da Rússia”, disse a Casa Branca na leitura.

Além disso, de acordo com uma autoridade de segurança nacional americana, a ligação durou uma hora e 20 minutos, e a descreveu como “longa e séria”, mas “produtiva”, enquanto Biden e Zelensky discutiam as recentes agressões da Rússia.

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O presidente ucraniano postou no Twitter que eles “discutiram os recentes esforços diplomáticos de desescalada e concordou em ações conjuntas para o futuro”.

“Agradeci ao presidente @JoeBiden pela assistência militar contínua. As possibilidades de apoio financeiro à Ucrânia também foram discutidas”, acrescentou.

O funcionário ucraniano desmente que o país receberá uma ajuda militar significativa dos Estados Unidos.

Na ligação, Biden teria alertado o presidente ucraniano que um ataque russo era praticamente certo, no final de fevereiro.
Zelensky, no entanto, reafirmou sua posição de que a ameaça da Rússia continua “perigosa, mas ambígua”, e não é certo que um ataque ocorrerá, de acordo com o funcionário.

A discussão ocorre enquanto os Estados Unidos e a Otan continuam se preparando para uma possível invasão russa, depois de meses tentando manter a diplomacia, enquanto a situação na fronteira Rússia/Ucrânia se agravava.

 

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