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Máximo Kirchner diz que não tem contas secretas no exterior

O filho da presidente argentina negou a existência de contas em seu nome nos Estados Unidos e nas Ilhas Caymã em conjunto com a ex-ministra da Defesa, conforme informação revelada por Veja.com

Por Leonardo Coutinho Atualizado em 10 dez 2018, 09h47 - Publicado em 31 mar 2015, 17h31

Máximo Kirchner usou a agência estatal de notícias argentina, Télam, para rebater as suspeitas de que movimentou dinheiro não declarado nos Estados Unidos e nas Ilhas Cayman.

Segundo investigadores do setor financeiro dos Estados Unidos, Máximo Kirchner teria movimentado em conjunto com Nilda Garré, ex-ministra da Defesa e atual embaixadora da Argentina na Organização dos Estados Americanos (OEA), mais de 60 milhões de dólares em contas secretas no exterior. Além deles, participavam da operação Henry Olaf Aaset, ex-advogado dos Kirchner, e Maria Paula Abal Medina, filha de Nilda.

Neste domingo, dia 29, o jornal argentino Clarín publicou uma reportagem afirmando que Nilda Garré manteve duas contas no Irã e uma nos Estados Unidos. No dia seguinte, uma reportagem de Veja.com revelou as suspeitas de que Máximo era cotitular da conta americana e de que mantinha, junto com Nilda, uma segunda conta no paraíso fiscal das Ilhas Caymã. Máximo Kirchner nega que tenha movimentado essas contas.

LEIA EM VEJA INTERNATIONAL:

Máximo Kirchner held bank accounts abroad with Nilda Garré

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