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Maioria dos passageiros do voo MH-17 era de origem holandesa

Malaysia Airlines revisou o número de pessoas a bordo: 298, incluindo pelo menos três crianças. Avião ia de Amsterdã para Kuala Lumpur quando foi abatido no leste da Ucrânia

(Atualizando às 21h45)

O número de pessoas a bordo da aeronave da Malaysia Airlines que ia de Amsterdã, na Holanda, para Kuala Lumpur, na Malásia, inicialmente informado como 295, foi revisado pela companhia aérea e passou para 298, sendo 283 passageiros e quinze tripulantes. A maioria das pessoas no voo MH-17 era holandesa.

A empresa informou que 154 passageiros eram holandeses, 43 eram malaios, incluindo todos os tripulantes e duas crianças, 27 eram australianos e doze eram indonésios, também incluindo uma criança. Havia ainda nove britânicos, quatro alemães, quatro belgas, três filipinos e um canadense. As nacionalidades das outras pessoas a bordo ainda está sendo verificada. O Itamaraty informou não ter informação sobre a possibilidade de algum brasileiro estar no voo.

Há informações de que 23 norte-americanos também estavam a bordo. O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse a jornalistas que a prioridade neste momento é checar esta informação. “Vimos que poderia haver cidadãos americanos a bordo e é claro que essa é a nossa primeira preocupação. Estamos trabalhando sem cessar para confirmar essa informação”.

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A aeronave caiu em Torez, perto de Shakhtersk, cerca de 50 quilômetros a leste de Donetsk, perto da fronteira entre Donetsk e Lugansk, áreas autodeclaradas independentes pelos separatistas. O governo ucraniano acusa separatistas pró-Moscou de serem terem abatido o avião e também acusa a Rússia de envolvimento no caso. Os russos negam, assim como os separatistas.

Local da queda do avião na Ucrânia