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Maiores incêndios ocorridos em estabelecimentos comerciais desde 2000

Redação Central, 28 mai (EFE).- O grave incêndio ocorrido nesta segunda-feira em um shopping center de Doha, onde 19 pessoas morreram, soma-se a uma longa lista de acidentes similares ocorridos em outros centros comerciais nos últimos 12 anos.

Confira uma relação dos principais incêndios em estabelecimentos comerciais no mundo desde 2000:.

24 dezembro 2000.- Morrem 320 pessoas em um centro comercial da cidade de Luoyang (China) durante a celebração do Natal em uma boate.

30 dezembro 2001.- No centro de Lima (Peru), 277 pessoas morrem, 189 ficam desaparecidos e outras 137 se ferem pelos impactos do fogo em vários prédios comerciais.

15 fevereiro 2004.- Morrem 53 pessoas em um incêndio numa loja de departamentos na cidade chinesa de Jilin.

1 agosto 2004.- Incêndio no centro comercial Ycuá Bolaños, em Assunção (Paraguai), deixa 365 mortos e 400 feridos. O fogo começou em uma grelha. Os proprietários ordenaram o fechamento dos portões para evitar saques.

5 março 2005.- Morrem 12 pessoas e outras 12 ficam feridas no incêndio de um mercado de tecidos na cidade chinesa de Zhengzhou, na província de Henan.

20 novembro 2006.- Incêndio de um mercado na Cidade da Guatemala deixa 18 mortos.

7 janeiro 2008.- Morrem 34 pessoas e seis ficam desaparecidas após um incêndio em um armazém perto de Seul (Coreia do Sul).

28 janeiro 2009.- Morrem 21 pessoas devido a um incêndio em um dos principais shoppings de Nairóbi (Quênia).

4 dezembro 2009.- Fogo mata 20 pessoas e deixa mais de 10 feridos em um karaokê num centro comercial da cidade indonésia de Medan.

6 novembro 2010.- Morrem 19 pessoas e outras 27 ficam feridas no incêndio de um centro comercial na cidade chinesa de Jilin.

3 abril 2012.- Incêndio em um mercado do sul de Moscou provoca a morte de 17 pessoas.

9 maio 2012.- Morrem 17 pessoas em um incêndio declarado em lojas de departamento da cidade de Butuan, no sul das Filipinas.

28 maio 2012.- Morrem 19 pessoas em um incêndio num centro comercial de Doha (Catar). EFE