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Maduro decreta o ‘Dia do Anti-imperialismo’ na Venezuela

Presidente, fiel ao seu populismo barato, transformou escolheu o 9 de março para o dia comemorativo. Foi nessa data que os EUA anunciaram novas sanções à Venezuela

Por Da Redação
Atualizado em 5 jun 2024, 07h51 - Publicado em 1 abr 2015, 08h37

Parece uma mentira de 1º de abril, mas não é. O presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou na noite de terça-feira – e na TV, como de costume – que decretou o 9 de março como o ‘Dia do Anti-imperialismo Bolivariano’ em seu país, pois nesse dia o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aprovou um decreto declarando a Venezuela uma ameaça para a segurança americana.

“Não esqueceremos jamais e a cada 9 de março nós estaremos lembrando o dia do anti-imperialismo bolivariano na Venezuela”, disse o governante durante seu programa de rádio e televisão ‘Em Contato com Maduro’. Maduro comentou ainda que, com o decreto americano, Obama conseguiu “que se erguesse uma onda de indignação mundial contra sua decisão errada e errática [sic]”.

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Obama declarou no último dia 9 de março que a situação na Venezuela é “uma ameaça extraordinária à segurança nacional” dos EUA e anunciou também uma ampliação das sanções a sete funcionários do governo venezuelano considerados responsáveis por violações dos direitos humanos, incluindo generais do Exército e funcionários da inteligência do país.

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Por causa do anúncio de Washington, o governo venezuelano promove, desde meados de março, uma campanha para coletar a assinatura de pelo menos 10 milhões dos 30 milhões de habitantes da Venezuela para exigir a derrogação do decreto. A campanha, sem nenhum propósito concreto, é mais um apelo populista de Maduro para se autopromover em um momento de grave crise política, econômica e social no país. Maduro reiterou que entregará a Obama essas assinaturas quando ambos se encontrarem na Cúpula das Américas em abril no Panamá.

(Da redação)

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