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Macron se reúne com Orbán, da Hungria, e adota tom conciliador

Desde 2007, é a primeira vez que um presidente francês visita a Hungria

Por Da Redação Atualizado em 13 dez 2021, 16h01 - Publicado em 13 dez 2021, 15h00

Mesmo com as divergências sobre questões que incluem direitos LGBT, Estado de Direito e padrões democráticos, o presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro ministro da Hungria, Viktor Orban, se encontraram em Budapeste para uma visita de Estado, nesta segunda-feira, 13. É a primeira vez desde 2007 que um presidente francês visita a Hungria.

Macron irá assumir a presidência rotativa da União Europeia por seis meses começando em janeiro, e busca apoio dos países do grupo. O presidente francês emitiu uma nota conciliatória falando que estava disposto a “trabalhar junto pela Europa” com a Hungria. 

“Temos divergências políticas que são bem conhecidas, mas temos a vontade de trabalhar juntos pela Europa e de sermos parceiros leais”, disse Macron após sua chegada a Budapeste.

Viktor Orban, também seguiu o mesmo tom conciliatório de Macron, e ofereceu a ele um ramo de oliveira antes das negociações começarem. Orban disse que a Hungria respeita o líder francês e apoia as medidas de Macron para tornar a União Europeia mais autossuficiente em defesa, energia nuclear e agricultura.

“A relação da Hungria com o presidente Macron é de respeito”, disse Orban em um comunicado antes de conversas com o líder francês.

Apesar do clima aparentemente amigável, Macron já fez duras críticas ao governo húngaro. Antes de iniciar a viagem para Budapeste, ele colocou flores no túmulo de Agnes Heller, uma filósofa húngara que era contra Orban.

O presidente da França também deve se encontrar com líderes da oposição de Orban, que se enfrentarão na eleição do ano que vem. Ele participará de uma reunião do grupo de Visegrad, que inclui líderes da Hungria, Polônia, República Tcheca e Eslováquia.

Nos últimos dois meses, o primeiro-ministro da Hungria recebeu os líderes da extrema direita Marine Le Pen e Eric Zemmour, que são candidatos às eleições presidenciais da França no próximo ano, nas quais Macron deve tentar um segundo mandato.

Ambos elogiaram a oposição de Orban à imigração e Zemmour elogiou sua defesa da “identidade, soberania e fronteiras de seu país”.

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