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Lugo reconhecerá outro filho que teve quando era bispo

Presidente já pagava pensão ao menino, o segundo de quem ele admite ser pai

Por Da Redação 5 jun 2012, 12h04

O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, reconhecerá a paternidade de uma criança nascida há dez anos – quando o governante ainda era bispo no departamento central de São Pedro, afirmou seu advogado nesta terça-feira. Esta é a quarta mulher que assegura ter tido filhos com Lugo, que em abril de 2009, o primeiro ano de sua chegada ao poder, admitiu ser o pai de Guillermo Armindo, que tinha 3 anos na época.

“O presidente está de acordo com o reconhecimento (de filiação). Não tem nenhum problema”, disse o advogado do chefe de estado, Marcos Fariña, em uma entrevista coletiva no Palácio de Governo, onde o caso foi tratado como um novo escândalo de paternidade do governante.

Quem entrou com a ação foi Narcisa Delacruz de Zárate, de 42 anos. “Eu conheci (Lugo) em São Pedro e, como tinha problemas com meu marido, me aproximei dele para pedir conselhos e ajuda para ele me arrumar um trabalho”, contou ela, que tem mais quatro filhos.

Segundo Narcisa, a criança já recebe uma pensão de Lugo, que chega por meio de seu secretário privado, Miguel Rojas. Ela diz que só divulgou o caso porque há dois meses não conseguia se comunicar com Lugo. Em declarações à imprensa, Narcisa garantiu que em Santaní “toda a cidade sabe” que Lugo é o pai de seu filho, chamado Ángel. De acordo com suas declarações, ela não fez essa denúncia antes “para não chamar a atenção”.

Processo – Além desses dois reconhecimentos já feitos, Lugo segue em litígio com Benigna Leguizamón, que pede o reconhecimento de paternidade de um menino de 10 anos. Benigna, que tem outros três filhos, assegura ter tido relações com Lugo na época em que trabalhava na limpeza no Bispado de São Pedro, a região mais pobre do país, onde o agora presidente foi bispo durante mais de uma década.

Em outro processo judicial, realizado em dezembro de 2010, o chefe de estado também foi submetido a testes de paternidade em uma ação promovida por Hortênsia Morán. Depois de três provas de DNA, o governante não foi confirmado como o pai da criança.

(Com agência EFE)

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