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Liga Árabe discute participação da ONU em missão na Síria

Por Da Redação 8 jan 2012, 13h27

Cairo, 8 jan (EFE).- Os membros do grupo de contato para a Síria da Liga Árabe se mostraram divididos neste domingo sobre a participação ou não da ONU em sua missão no país, durante uma reunião no Cairo para analisar o primeiro relatório dos observadores árabes.

Fontes diplomáticas explicaram na sede da organização pan-árabe que alguns membros do grupo de contato são favoráveis que a ONU participe da missão árabe para aproveitar sua experiência neste campo.

Esta tendência é liderada pelo Catar, enquanto outros dos reunidos, entre eles os próprios representantes da Liga Árabe, preferem que toda a missão de observadores seja árabe.

O primeiro grupo considera que os membros da delegação carecem da experiência suficiente, já que outros profissionais com mais bagagem que participariam deste trabalho foram rechaçados pelo Governo de Damasco.

Como consequência, propuseram que analistas da ONU ofereçam treinamento aos observadores árabes antes que viajem à Síria, perante a provável rejeição das autoridades sírias à entrada de estrangeiros em seu território.

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As fontes acrescentaram que durante a reunião se tratou, além disso, da carência de equipamentos logísticos na missão e do número insuficiente de observadores.

A missão, liderada pelo general sudanês Mohammed al Dabi, apresentou hoje ao secretário-geral da Liga Árabe, Nabil al Arabi, um estudo detalhado que contém as observações, após dez dias de trabalho, da missão encarregada de comprovar a cessação da violência na Síria.

Segundo as conclusões deste relatório preliminar, os observadores constataram que a violência continua e que as forças militares seguem desdobradas nas cidades, em descumprimento do plano árabe para acabar com a crise.

O documento constata que há veículos do Exército na maioria das cidades visitadas pelos observadores, que afirmam ter visto cadáveres nas ruas, enquanto a oposição síria e o Governo se acusam mutuamente da autoria destes assassinatos.

A delegação de observadores da Liga Árabe começou sua missão na Síria no último dia 22 de dezembro e é integrada atualmente por mais de 150 pessoas. EFE

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