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Kim Jong-un nomeado ‘comandante supremo’ pelo jornal oficial norte-coreano

Por Da Redação
24 dez 2011, 08h24

O jornal do Partido Comunista norte-coreano anunciou, neste sábado, a nomeação do novo líder, Kim Jong-un, ‘comandante supremo’ do exército, em um novo passo do processo de sucessão de seu falecido pai, Kim Jong-il.

“Vamos promover o camarada Kim Jong-un ao posto de comandante supremo e general”, noticiou o Rodong Sinmun, órgão oficial do poder norte-coreano, em editorial.

Nomeado na segunda-feira líder da Coreia do Norte pouco após o anúncio da morte de seu pai, Kim Jong-il – chamado por seu povo de “querido líder” -, Kim Jong-un era conhecido até agora como “grande sucessor” ou “grande camarada”.

“Camarada Kim Jong-un, ouça o chamado do povo que o convoca como comandante supremo e o quer para conduzir a Coreia de Kim Il-sung a uma vitória eterna”, acrescentou o jornal oficial.

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Ao nomeá-lo “comandante supremo”, o Rodong Sinmun destacou que Kim Jong-un passa a ser considerado chefe do exército, embora não disponha ainda do título oficial.

Ainda sem completar 30 anos, Kim Jong-un é um general de quatro estrelas e vice-presidente da todo-poderosa Comissão Militar Central do Partido dos Trabalhadores, duas promoções obtidas em setembro de 2010, no âmbito do processo de sucessão lançado por seu pai.

Ele representa a terceira geração dos Kim no poder na Coreia do Norte, fundada por seu avô, Kim Il-sung.

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Após a morte de Kim Jong-il, ocorrida no sábado mas mantida em segredo até a segunda-feira, foi decretado luto de 13 dias. Este período terminará no dia seguinte ao enterro do ex-dirigente, previsto para o próximo dia 28.

Desde o anúncio da morte do “querido líder”, a televisão norte-coreana tem exibido imagens de multidões de civis e militares dilacerados pela dor, inclinando-se diante de fotos e estátuas do falecido ou em frente ao seu corpo, que repousa em um caixão de vidro no mausoléu de Pyongyang.

A transição do poder parece, por enquanto, que transcorre sem grandes sobressaltos.

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Estados Unidos, Coreia do Sul e China parecem querer uma transição estável, por medo de uma desestabilização na península coreana.

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