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Jogadora de basquete americana pode ser condenada a prisão na Rússia

Brittney Griner estava no país para jogar pela liga nacional durante o período de férias e pode pegar até 10 anos de prisão

Por Matheus Deccache Atualizado em 5 jul 2022, 22h18 - Publicado em 1 jul 2022, 15h17

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, disse nesta sexta-feira, 1, que não há prioridade maior do que tirar a estrela do basquete americano, Brittney Griner, da Rússia e trazê-la de volta para o país. A tricampeã da principal liga feminina está sob julgamento e pode pegar até 10 anos de prisão. 

Griner foi detida no dia 17 de fevereiro em um aeroporto nos arredores deMoscou sob a acusação de transportar óleo de cannabis em sua bagagem. Veterana da Liga de Basquete Feminino, ela é considerada uma das maiores jogadoras de basquete de todos os tempos. Em fala à rede CNN, sua esposa, Cherelle Griner, afirmou que o governo americano não havia feito o suficiente para tirar sua companheira do país. 

“Eu tenho que pressionar as pessoas para ter certeza de que as coisas que estão me dizendo estão de acordo com suas ações. É realmente muito difícil”, disse Cherelle.

O Departamento de Estado americano se recusou a comentar as declarações e disse que a atleta está sendo mantida de maneira injusta. Em resposta, o Kremlin nega que sua prisão esteja relacionada com as recentes tensões entre as nações. 

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Nesta sexta, Blinken fez uma publicação no Twitter em que confirmava as informações de que autoridades americanas compareceram ao julgamento em Moscou, afirmando que “não há prioridade maior do que trazer Griner, detida injustamente, de volta para casa”.

Brittney viajou para a Rússia para jogar por um time local por onde atua desde 2014 durante o período de férias da liga americana, prática comum entre as jogadoras para aumentar a renda. Na liga russa, as atletas ganham aproximadamente cinco vezes mais do que nos Estados Unidos. 

A pena máxima prevista para o crime de transporte de drogas em larga escala, no qual ela é acusada, pode chegar a 10 anos. Caso seja absolvida no julgamento, o governo russo ainda tem a autoridade para anular qualquer decisão e mandá-la para a prisão. 

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