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Itamaraty auxilia brasileiro acusado de ingressar no Estado Islâmico

Jovem de 18 anos que vivia na Espanha foi preso na semana passada quando tentava chegar à Síria

Por Da Redação
Atualizado em 5 jun 2024, 09h00 - Publicado em 21 dez 2014, 16h18

O Itamaraty informou no sábado que está prestando assistência consular para um brasileiro de 18 anos que foi preso pela Interpol na Bulgária por suspeita de integrar o grupo jihadista Estado Islâmico (EI). Ele foi capturado na última segunda-feira, quando se preparava para atravessar a fronteia búlgara com a Turquia. Segundo a polícia da Catalunha, na Espanha, onde o jovem vivia com sua família, ele pretendia chegar à Síria para se juntar aos combatentes do EI.

O brasileiro foi preso juntamente com dois marroquinos, também residentes da Catalunha.

A polícia disse que o grupo era investigad desde junho e comprovou que as três pessoas iniciaram um processo de radicalização religiosa, divulgando mensagens a favor da jihad que demonstravam a intenção de se juntar às fileiras do EI.

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A identidade do brasileiro é mantida sob sigilo, mas o jornal Folha de S.Paulo afirma que a polícia búlgara informou as iniciais do seu nome: K.L.R.G. Ele seria natural de Formosa, no Estado de Goiás.

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O Itamaraty afirmou que ele já recebeu visita de funcionários do ministério na última sexta-feira. “A chancelaria brasileira acompanha o caso e a delegação diplomática em Sófia fez contato com o cidadão”, disse um porta-voz da chancelaria.

De acordo com o Itamaraty, o acompanhamento é para assegurar que os direitos do brasileiro sejam garantidos. A identidade dele está mantida em sigilo.

Ao serem abordados pela Interpol e pela polícia búlgara, os membros do grupo afirmaram que não tinham relação com os jihadistas e que estavam apenas fazendo turismo na região. As autoridades búlgaras afirma que eles devem ser extraditados para a Espanha, onde devem ser julgados por terrorismo.

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E setembro, o filho de uma brasileira que mora na Bélgica também foi acusado de se juntar ao Estado Islâmico. Brian de Mulder, de 21 anos, cujo paradeiro é desconhecido, está sendo julgado à revelia na Bélgica por terrorismo.

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