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Iraque informa que atingiu comboio com o chefe do Estado Islâmico

Abu Bakr al Baghdadi escapou com vida do bombardeio. Ele foi transportado com urgência a um local desconhecido e não há informações sobre seu estado de saúde

Por Da Redação 11 out 2015, 13h19

O Exército iraquiano atacou um comboio em que viajava o chefe do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), o autoproclamando califa Abu Bakr al Baghdadi, nas imediações de Anbar, no Iraque. Baghdadi se dirigia a uma reunião do EI quando sofreu o ataque, informou neste domingo o Ministério do Interior de Bagdá, em comunicado. “Muitos indivíduos da diretoria do grupo foram mortos ou feridos”, acrescentou a nota.

O chefe do EI, no entanto, não está entre os mortos. Fontes do governo informaram que Al Baghdadi foi transportado com urgência a um local desconhecido e que não se tem informações sobre seu estado de saúde. As forças de segurança iraquianas afirmaram em ocasiões anteriores que Baghdadi havia sido morto ou ferido em ataques, reivindicações que nunca foram confirmadas ou inclusive foram desmentidas.

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O comunicado do Exército iraquiano afirmou que a aviação atingiu o comboio de Baghdadi quando ele “se dirigia a Karabla para participar de uma reunião dos líderes terroristas” do EI, grupo jihadista que proclamou um califado entre Iraque e Síria. A operação, que ocorreu neste sábado ao meio-dia, foi conduzida em coordenação entre os serviços de inteligência do ministério do Interior e o centro de comando conjunto de operações, que inclui conselheiros militares da coalizão internacional dirigida pelos Estados Unidos.

Refém – O religioso sírio Jacques Murad, sequestrado há cinco meses por jihadistas na Síria, foi libertado neste domingo. Fontes próximas ao religioso informaram à agência ANSA que Murad se encontra desde manhã em Zaydal, ao sudeste de Homs, uma zona próxima à área controlada pelo EI. Apesar de não dar mais detalhes, fontes acrescentaram que o religioso “está bem” e que ele já celebrou uma missa. Murad foi sequestrado em maio junto a outros 200 cristãos, cuja maior parte continua nas mãos dos jihadistas.

(Da redação)

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