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Irã convida ONU para visitar instalação nuclear

Convite é o primeiro resultado concreto do acordo assinado em Genebra

Por Da Redação 28 nov 2013, 08h56

O Irã convidou inspetores da Organização das Nações Unidas (ONU) para visitar no dia 8 de dezembro o reator de água pesada de Arak, disse nesta quinta-feira o chefe da agência da ONU. O convite é o primeiro passo concreto proveniente do acordo de cooperação para tentar frear o programa nuclear iraniano, assinado no último final de semana em Genebra.

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, disse ainda que a agência está avaliando como “colocar em prática” o acordo feito entre o Irã e as seis potências ocidentais, para restringir a atividade atômica do país, no que se refere ao papel da agência da ONU na verificação do acordo. “Isso [o acordo] vai criar implicações para verba e pessoal”, disse Amano ao conselho de 35 nações da AIEA. “A análise completa das novas necessidades da AIEA vai levar algum tempo”, acrescentou.

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A unidade de Arak produz água pesada destinada ao uso de um reator que está em construção. A planta também teria capacidade de produção de plutônio, um elemento que pode ser usado para a criação de armas nucleares.

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O acordo entre o Irã e Estados Unidos, França, Alemanha, Grã-Bretanha, China e Rússia foi fechado depois de mais de quatro dias de negociações na cidade suíça de Genebra. A oportunidade para essa negociação foi aberta no encontro anual da Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro, quando o presidente americano Barack Obama conversou com presidente iraniano Hassan Rohani, eleito em junho.

O pacto firmado em Genebra tem validade de seis meses e, nesse período, os negociadores tentarão criar condições para um acordo mais amplo. Nesse primeiro momento, os termos assinados suspendem a atividade nuclear mais sensível do Irã, o enriquecimento de urânio em nível elevado, em troca de um alívio nas sanções econômicas contra Teerã. O documento foi formatado como um pacote de medidas para a construção da confiança entre os dois lados com a finalidade de reduzir décadas de tensão.

(Com agência Reuters)

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