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Incêndios afetam mais de 13 mil hectares de cobertura vegetal no Equador

Plano de emergência para erupção de vulcão pode ser usado no combate às queimadas; algumas áreas afetadas são isoladas

Por Da Redação 13 set 2019, 20h28

Mais de 13 mil hectares de cobertura vegetal foram afetados por incêndios florestais em diferentes partes do Equador, segundo informou nesta sexta-feira, 13, a diretora-geral da Secretária de Gestão de Riscos, Alexandra Ocles. Em julho deste ano, os incêndios florestais causaram a perda de 13.627 hectares, em um total de 1.279 eventos registrados em todo o país”, afirmou.

Ocles disse que incêndios como os ocorridos em Quilanga geram perdas em plantas, animais, aumentam o CO2 no ecossistema e também causam grandes prejuízos econômicos. “Mas, acima de tudo, são as perdas naturais que são difíceis de recuperar”, afirmou.

Os incêndios na reserva de Pululahua, na província de Pichincha, e os que ocorreram na província de Carchi, na fronteira com a Colômbia, são outros exemplos de grandes perdas. Essas zonas são de difícil acesso. Infelizmente, na maioria das vezes são causados por pessoas com falta de conscientização e outros através dos processos de colheita”, anotou.

Alexandra Ocles ressaltou que não houve mortes devido a emergências por incêndios, “apenas pessoas afetadas pelo calor ou pelas cinzas produzidas”.

A Secretária mencionou que o plano de emergência pensado para a erupção do vulcão Cotopaxi, que afetaria as províncias de Cotopaxi, Pichincha e Napo, poderia ser utilizado para realizar a retirada de pessoas que se encontram em locais de difícil acesso e que estariam no caminho do fogo. Na última simulação de erupção do vulcão, segundo Ocles, as três províncias realocaram com segurança 32 mil pessoas.

Os recentes incêndios que assolaram a Floresta Amazônica, fez com que o Equador e mais 6 países, incluindo o Brasil que, há semanas, protagonizou trocas de acusações contra o governo francês, assinassem um pacto regional de conservação da Amazônia, um acordo de cooperação para a proteção da região e o seu desenvolvimento sustentável.

(Com EFE)

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