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Idosa de 90 anos é brutalmente espancada enquanto dormia em Londres

Agressor ainda não foi encontrado; Iris Warner permanece hospitalizada em estado grave com hematomas no rosto e no corpo

Por Da Redação - Atualizado em 8 jun 2018, 17h55 - Publicado em 8 jun 2018, 13h51

Iris Warner, uma idosa de 90 anos, deu entrada em um hospital com ferimentos graves após ter sido brutalmente espancada enquanto dormia em sua casa em Londres, no Reino Unido. Sua família divulgou imagens de seus ferimentos nas redes sociais, na esperança de denunciar o caso e encontrar o agressor, segundo informou a imprensa britânica nesta sexta-feira 8.

As imagens mostram Iris, com hematomas proeminentes no rosto e no corpo, no hospital. A aposentada foi encontrada semi-consciente por seu filho, Jeffrey Warner, na segunda-feira 4. Mas o crime pode ter acontecido até dois dias antes.

Segundo autoridades, Iris permanece no hospital em estado crítico, sem previsão de alta. Até o momento, por causa do estado de saúde dela, a polícia não foi capaz de receber uma descrição definitiva dos acontecimentos. O quarto onde ela foi encontrada estava revirado, mas não há ainda condições para a polícia concluir se houve roubo.

A mulher de 90 anos disse à polícia que se lembra de ter acordado, em sua cama, com um homem sobre ela, que a golpeou “várias vezes” no rosto com um instrumento contundente.

Estamos chocados com a violência usada contra nossa mãe, uma mulher indefesa de 90 anos de idade. Isso nos deixou atordoados e enojados”, disse Jeffrey Warner, de 60 anos, ao portal britânico Evening Standard. “A pessoa responsável deve ser levada à Justiça.”

Iris foi descrita pela polícia como “altamente independente”. Ela costumava fazer palavras cruzadas, ir regularmente ao supermercado de ônibus e caminhar todos os dias até a banca de jornal mais próxima.

A polícia disse que tais ataques são “incrivelmente raros”, mas o episódio levou à intensificação das patrulhas na área. Os detetives e a família de Iris pediram que qualquer pessoa com informações sobre o ataque se apresente.

“Gostaríamos que o público pensasse [no que aconteceu] desde o último fim de semana até a segunda-feira, 4 de junho, sobre o que eles poderiam ter visto na área da Brampton Road”, disse o detetive Saj Hussain, do Departamento de Investigação Criminal (CID, na sigla em inglês). “É importante não descartar nenhuma informação que você possa ter – pode ser vital para nossa investigação.”

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