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Homem abre fogo na Califórnia e deixa ao menos quatro mortos

Testemunhas relataram que atirador estava “fortemente armado”. Dois corpos foram encontrados em casa incendiada perto de faculdade em Santa Monica

Por Da Redação 7 jun 2013, 17h40

Um atirador matou quatro pessoas e deixou ao menos cinco feridos em Santa Monica, na Califórnia, antes de ser morto por policiais. Autoridades disseram que o atirador iniciou o ataque em uma casa antes de se dirigir para a área onde está localizada a faculdade Santa Monica. A chefe da polícia local Jacqueline Seabrooks informou que duas pessoas foram mortas na casa, que foi incendiada, duas outras no caminho até o campus e outras duas já na faculdade. Uma das vítimas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. Uma pessoa considerada “de interesse” por um possível envolvimento com o ataque está sob custódia.

Testemunhas disseram que um homem fortemente armado começou a atirar contra veículos, inclusive contra um ônibus, atingindo passageiros. A faculdade, que tem cerca de 34.000 estudantes, foi interditada. Além dos corpos encontrados dentro da casa incendiada, uma mulher foi encontrada ferida em um carro do lado de fora do imóvel. A imprensa local informou também que o atirador tentou duas vezes sequestrar motoristas para fugir do local, antes de se esconder na biblioteca da faculdade, onde foi baleado por policiais.

O ataque ocorreu perto do local onde o presidente Barack Obama participava de um evento. O porta-voz do serviço secreto americano, Max Milien, disse que a agência soube do ocorrido e que o ataque não afetou o eventoa. “Neste momento, o incidente é assunto da polícia local”.

Uma estudante disse a uma emissora da rede NBC que estava estudando no ônibus quando um homem começou a atirar. Ele estava no banco de passageiros de um carro. “Todo mundo se jogou no chão gritando”, disse Marta Fagerstroem. “A motorista do ônibus entrou em pânico. Ela demorou algum tempo para conseguir voltar a dirigir”. Uma mulher que estava no ônibus foi atingida e estava sangrando na cabeça, disse a testemunha.

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