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Hamas diz que Israel ‘recusou ofertas’ para estender trégua; Tel Aviv nega

Gabinete do premiê israelense, Netanyahu, qualificou informação como 'propaganda'; combates foram retomados nesta sexta-feira, dia 1º

Por Da Redação
Atualizado em 1 dez 2023, 09h04 - Publicado em 1 dez 2023, 09h04

O grupo terrorista palestino Hamas divulgou um comunicado nesta sexta-feira, dia 1º, acusando Israel de ter “recusado todas as ofertas” para prolongar o cessar-fogo na Faixa de Gaza por meio de negociações. O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitou a afirmação, qualificando-a como “propaganda”.

“As negociações para estender a trégua ocorreram durante a noite inteira, nas quais o movimento [Hamas] se ofereceu para trocar prisioneiros e idosos, bem como para entregar os corpos dos mortos devido ao bombardeio israelense”, disse o comunicado do Hamas.

Além disso, a declaração do grupo terrorista acusou o governo israelense de se recusar a considerar qualquer oferta porque os oficiais já haviam decidido previamente retomar os combates.

Reação do governo israelense

Ao comentar as alegações dos militantes, o gabinete do premiê israelense disse que Israel não abordaria relatos “baseados em propaganda” vindos do Hamas.

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“Sabemos por que o Hamas violou a pausa acordada. O gabinete de guerra de Netanyahu definiu suas duas missões. Destruir o Hamas e trazer todos os reféns de volta para casa, e continuaremos até completarmos a nossa missão”, afirmou em comunicado.

Os militares israelenses haviam informado, em um comunicado anterior, que retomaram as operações de combate contra o Hamas dentro da Faixa de Gaza, depois que o grupo violou os termos do acordo existente e disparou contra Israel.

Família Bibas

O grupo palestino também afirmou ter se oferecido para devolver os corpos do bebê de 10 meses Kfir Bibas, bem como o de sua mãe, Shiri, e o de seu irmão mais velho, Ariel, de 4 anos. Além disso, os militantes ofereceram libertar o pai deles, Yarden. Todos os quatro foram sequestrados no kibutz Nir Oz, uma comunidade israelense no sul do país que foi devastada durante o ataque brutal de 7 de outubro.

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O Hamas afirmou no início desta semana que os meninos e sua mãe foram mortos, mas não forneceu provas. As Forças de Defesa de Israel (FDI) disseram que ainda estavam avaliando a informação.

Negociações seguem

Apesar disso, o Ministério das Relações Exteriores do Catar afirmou nesta sexta-feira que as negociações entre Israel e o Hamas continuam mesmo com a retomada das hostilidades.

“As negociações entre os dois lados continuam com o objetivo de voltar a uma pausa”, afirmou a pasta em comunicado, acrescentando, porém, que “o bombardeio contínuo da Faixa de Gaza nas primeiras horas após o fim da pausa complica os esforços de mediação”.

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O Catar condenou qualquer ataque ou deslocamento forçado de civis em Gaza e pediu um cessar-fogo imediato para garantir o fluxo desimpedido de ajuda humanitária para a faixa, de acordo com o texto.

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