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Grã-Bretanha alerta britânicos a deixar Líbia ‘imediatamente’

Na quarta, Hillary Clinton comentou sobre a crescente militância islamita ao falar do ataque à embaixada dos EUA em Bengasi, em 11 de setembro de 2012

Por Da Redação 24 jan 2013, 11h37

O ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, William Hague, alertou nesta quinta-feira para uma “ameaça” contra os ocidentais na cidade líbia de Bengasi e pediu aos britânicos que “abandonem o local imediatamente”. “Há uma ameaça específica e iminente contra os ocidentais em Bengasi e pedimos a qualquer cidadão britânico que siga nossas recomendações”, declarou o ministro em um comunicado, sem dar detalhes sobre a natureza dessa ameaça.

A advertência ocorre um dia após a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, ter alertado para a crescente militância islamita depois da Primavera Árabe, em uma audiência ante uma comissão do Senado para falar sobre o atentado contra o consulado dos Estados Unidos em Bengasi. O ataque, em 11 de setembro de 2012, deixou quatro mortos, incluindo o embaixador Christopher Stevens. Hillary também citou o recente caso do Mali.

Em meados de janeiro, o cônsul italiano na Líbia, Guido De Sanctis, saiu ileso de um tiroteio contra seu carro blindado na cidade de Bengasi. À ocasião, o ministro das Relações Exteriores da Itália, Giulio Terzi, condenou o ataque, descrevendo o incidente como “uma nova tentativa de desestabilizar as instituições do país” e reafirmando seu apoio “ao caminho democrático e às reformas que foram iniciadas pelas autoridades de Trípoli”.

(Com agência France-Presse)

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