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Governo da Tailândia suspende estado de exceção

Protestos por reformas políticas perderam força nas últimas semanas, mas manifestantes seguem ocupando algumas áreas da capital Bangcoc

Por Da Redação 18 mar 2014, 07h37

O governo interino da Tailândia decidiu suspender nesta terça-feira o estado de exceção decretado em janeiro devido ao aumento dos protestos que exigiam uma reforma no sistema político e a deposição da primeira-ministra Yingluck Shinawatra. O estado de emergência, que ficaria vigente até o próximo sábado e afetava Bangcoc e províncias vizinhas, será substituído a partir desta quarta pela Lei de Segurança Interna, informou o jornal Bangcoc Post.

A lei ficará vigente até as próximas eleições pendentes, que ocorrem entre os dias 20 e 27 de abril em várias províncias do sul do país e em alguns distritos de Bangcoc, onde foram boicotadas pelos manifestantes, afirmou o porta-voz governamental, Suranand Vejjajiva. A declaração de estado de exceção, junto com as manifestações que ocuparam durante meses algumas das principais avenidas da cidade, causaram importantes prejuízos econômicos no setor turístico.

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Os protestos perderam bastante força nas últimas semanas, apesar de os manifestantes continuarem acampados em áreas chave de Bangcoc, como o Parque de Lumpini, a Casa do Governo e o complexo governamental de Chaeng Wattana. O movimento opositor também exige o adiamento de qualquer processo eleitoral até que haja uma reforma no sistema político-eleitoral e que se tenha acabado com a corrupção no país.

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O governo interino tailandês segue apostando na realização de eleições antecipadas para superar a crise política. Segundo informações oficiais, 23 pessoas morreram e 768 ficaram feridas desde o início das manifestações no dia 25 de novembro de 2013.

A Tailândia vive uma profunda crise política desde 2006 quando um golpe de estado militar depôs o então primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, irmão mais velho da atual governante, com frequentes manifestações nas ruas que causaram dezenas de mortes e grandes perdas econômicas.

(Com agência EFE)

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