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Governador das Malvinas rejeita negociar com a Argentina

Para Nigel Haywood, Argentina desafia direitos dos habitantes do arquipélago

Por Da Redação
28 mar 2012, 09h40

O governador britânico das Malvinas, Nigel Haywood, afirmou que, quase 30 anos depois do conflito entre Argentina e a Grã-Bretanha, não faz sentido negociar a soberania enquanto Buenos Aires continuar desafiando o direito dos habitantes das ilhas à livre determinação.

Entenda o caso

  1. • As Ilhas Malvinas – Falkland, em inglês – ficam a cerca de 500 quilômetros do litoral argentino, mas são administradas e ocupadas pela Grã-Bretanha desde 1833.
  2. • O arquipélago foi motivo de tensão entre os dois países até que, em 1982, o ditador argentino Leopoldo Galtieri comandou uma invasão ao território.
  3. • O governo britânico reagiu rapidamente, enviando às ilhas uma tropa quase três vezes maior do que a da Argentina, que se rendeu dois meses depois.
  4. • Na guerra morreram 255 militares britânicos e mais de 650 argentinos.

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“As ilhas são britânicas, temos todos os direitos sobre elas, os moradores querem ser britânicos. A Argentina desafia esse direito, portanto as negociações não fazem sentido”, disse Haywood. “Não se pode negociar a soberania das ilhas por sobre as cabeças dos moradores. É isso o que significa a livre determinação de acordo com a carta das Nações Unidas”.

Haywood não descartou a ideia de um referendo local sobre o tema, caso a ONU solicite e se o pleito servir para resolver a questão de uma vez por todas. Entretanto, o governador britânico se mostrou tão confiante com o resultado do referendo que até citou a ideia de permitir que a Argentina distribua panfletos informativos durante a campanha.

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A Grã-Bretanha afirma que sempre respeitará a livre determinação dos 3.000 habitantes locais ante a permanente reclamação argentina, que considera que as ilhas foram usurpadas e colonizadas por Londres em 1833. As Ilhas Malvinas têm uma extensão territorial similar a do Líbano ou Jamaica.

Em dois de abril, completam-se 30 anos do desembarque militar argentino nas ilhas Malvinas, que iniciou uma guerra de 74 dias, finalizada em 14 de junho de 1982 com a rendição das forças sul-americanas.

(Com agência France-Presse)

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