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França: globalização ou nacionalismo

A antiga divisão entre a esquerda e a direita parece que se transportou para um polo mais estreito

Por Johanna Nublat e Luiza Queiroz - Atualizado em 3 Maio 2017, 15h22 - Publicado em 30 abr 2017, 08h00

O primeiro turno da eleição na França, realizado no domingo passado, 23 de abril, permite duas conclusões imediatas.

A primeira: os movimentos populistas e nacionalistas, que foram vitoriosos no referendo pela saída da Inglaterra da União Europeia e na eleição do americano Donald Trump, encontraram uma muralha na Europa.

A segunda conclusão: a antiga divisão entre a esquerda e a direita parece que se transportou para um polo mais estreito – está agora entre aqueles que querem um país mais aberto contra os que defendem um isolamento externo.

Reportagem nesta edição de VEJA aponta como os dois candidatos para o segundo turno, Emmanuel Macron, do movimento Em Marcha!, e Marine Le Pen, da Frente Nacional, encaixam-se nessa nova divisão. O texto também especula o que pode acontecer depois, caso o favorito Macron seja eleito.

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