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Forte terremoto deixa pelo menos 34 mortos na Indonésia

Edifícios, pontes e mais de 300 casas desabaram; operação de resgate é lenta e enfrenta enormes dificuldades

Por Da Redação Atualizado em 15 jan 2021, 09h01 - Publicado em 15 jan 2021, 08h36

Pelo menos 34 pessoas morreram e 637 ficaram feridas após um terremoto de magnitude 6,2 na escala Richter, ocorrido nesta sexta-feira, 15, na ilha de Sulawesi, na região central da Indonésia.

“Este número pode aumentar, embora esperemos que não (…) Muitos dos mortos estão sob os escombros”, disse o o chefe da agência local de gestão de catástrofes, Ali Rahman.

O terremoto, ocorrido a partir das 2h (hora local), surpreendeu os moradores que dormiam no momento e causou grandes estragos em várias cidades da região com o desabamento de edifícios e pontes. Cerca de 15.000 pessoas foram obrigadas a deixar suas casas.

A operação de resgate é lenta e enfrenta enormes dificuldades devido à falta de maquinaria pesada e fornecimento de energia elétrica para procurar possíveis vítimas entre as mais de 300 casas que desabaram. Um hotel, um hospital e o gabinete do governador regional também colapsaram.

A cidade de Mamuju, 36,1 quilômetros ao norte do epicentro, é a mais afetada. Ali foram registradas 26 mortes até o momento, embora não tenham especificado o número de feridos nesta região de mais de 100.000 habitantes.

O forte terremoto, que durou entre 5 e 7 segundos e foi precedido por outro tremor de magnitude 5,9 mais de 12 horas antes, também causou pelo menos três deslizamentos de terra que dificultam as tarefas de resgate e distribuição de ajuda.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês), que registra a atividade sísmica global, localizou o hipocentro a 18 quilômetros de profundidade. Dwikorita Karnawati, diretora do Departamento de Climatologia e Geofísica, destacou que, pelas análises que estão sendo realizadas, são possíveis tremores secundários, por isso pede à população que evite prédios altos que podem desabar diante de novos terremotos.

(Com EFE e AFP)

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