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Filha de Hillary e assessora de Trump batem boca pelo Twitter

Chelsea Clinton e Kellyanne Conway trocam acusações após gafe cometida por conselheira do presidente dos Estados Unidos, que inventou um ataque terrorista

Por Alexandre Salvador - 4 fev 2017, 16h39

Filha do ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, Chelsea Clinton não perdeu a chance de cutucar uma das principais assessoras de Donald Trump, Kellyanne Conway. Na última sexta, Conway deu uma entrevista a emissora MSNBC citando um tal “massacre” em Bowling Green, no estado de Kentucky. Porém, esse atentado nunca aconteceu. Através do Twitter, a filha da ex-senadora americana Hillary Clinton escreveu: “Por favor, não invente atentados”, ao agradecer o fato de não haver feridos na tentativa de ato terrorista no Museu do Louvre, em Paris.

Na entrevista a MSNBC, Kellyanne Conway culpou dois refugiados iraquianos por um massacre fictício em solo americano. A afirmação foi rapidamente desmentida por jornalistas e analistas. A história real: em 2011, dois cidadãos iraquianos foram presos por uma tentativa fracassada de enviar dinheiro e armas à Al Qaeda no Iraque. Os dois apoiadores do grupo terrorista moravam em Bowling Green, no Kentucky, e atualmente estão cumprindo sentença de prisão perpétua. Mas não houve massacre, nem foram acusados de planejar um.

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Horas mais tarde à postagem de Chelsea, foi a vez de Kellyanne rebater as acusações com ainda mais fel. “A mentira da Bósnia é um grande lembrete”, disse a assessora de Trump. Ela se referia ao discurso fantasioso de Hillary feito em 2008 sobre uma visita que ela e a filha fizeram à Bósnia em 1996. Confrontada com a versão pouco verídica dos fatos, a candidata democrata à presidência americana na última eleição afirmou ter se confundido sobre os detalhes da viagem. Para finalizar, Conway imitou a franqueza implacável do chefe e disse: “Vocês perderam a eleição”.

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