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FBI prende jovem que pretendia explodir base militar em nome do EI

O americano John T. Booker Jr, de 20 anos, finalizava os preparativos para atacar a base de Fort Riley, em Manhattan, com um carro-bomba

Por Da Redação
10 abr 2015, 18h20

O FBI anunciou nesta sexta-feira a prisão de um jovem americano de 20 anos que pretendia cometer um atentado terrorista contra a base militar de Fort Riley, em Manhattan, Estado do Kansas. John T. Booker Jr estava na fase final de preparação de um carro-bomba que seria usado no ataque, de acordo com a polícia federal dos Estados Unidos. As autoridades acreditam que Booker reivindicaria o atentado em nome do Estado Islâmico (EI).

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Embora o planejamento do ataque estivesse em estágio avançado, o FBI informou que os funcionários da base militar não estiveram em perigo em momento algum. Booker, que também respondia pelo nome de Mohammed Abdullah Hassan, tentou se alistar no Exército americano por diversas vezes, mas teve os pedidos negados por ter feito comentários em prol do jihadismo na internet. Segundo a rede BBC, ele teria “formulado uma série de planos” para quando fosse aceito pelos militares, incluindo disparos contra soldados e o sequestro de um oficial de alta patente.

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Ciente do posicionamento extremista de Booker, o FBI fez com que um agente disfarçado se aproximasse do jovem para obter detalhes sobre seus planos. Booker chegou a viajar com o policial para uma região próxima à base de Fort Riley. Ele gravou um vídeo no local jurando lealdade ao terrorista Abu Bakr al-Baghdadi, chefe do Estado Islâmico, e se definindo como um mártir.

Booker é o mais recente americano a ser preso por tentar agir em nome do EI. No fim de março, dois homens foram levados sob custódia em Chicago por fornecer ajuda à organização radical. No início deste mês, duas mulheres também foram presas em Nova York sob a suspeita de planejar um ataque terrorista. Booker responderá criminalmente por tentativa de usar uma arma de destruição em massa, tentativa de provocar danos e destruir uma propriedade do governo americano e tentativa de fornecer material de apoio a terroristas.

(Da redação)

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