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Explosão acidental de granada mata suposto terrorista na capital queniana

Por Da Redação
3 ago 2012, 17h29

Nairóbi, 3 ago (EFE).- Um suposto terrorista, que aparentemente tinha intenção de cometer um atentado contra um supermercado de Nairóbi, situado próximo à base aérea queniana, morreu nesta sexta-feira após a explosão acidental da granada que portava, informou o chefe da polícia da capital, Anthony Kibuchi.

Segundo a fonte, as investigações preliminares indicam que a vítima pretendia atacar o estabelecimento, situado no bairro de Eastleigh, de maioria somali, ao leste da capital queniana.

‘Suspeitamos que o homem pretendia realizar um atentado contra um supermercado, mas, antes disso, a granada acabou sendo detonada por algum tipo de erro’, disse Kibuchi à imprensa queniana.

‘O homem suspeito de carregar a granada ficou completamente destroçado pela explosão, que também deixou outras pessoas gravemente feridas’, acrescentou o oficial sem especificar o número de feridos.

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O fato ocorre um dia antes da chegada da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, que realizará uma visita oficial à capital queniana para se reunir com o presidente do Quênia, Mwai Kibaki, e seu primeiro-ministro, Raila Odinga.

Vários ataques com granada já foram registrados no Quênia desde 15 de outubro de 2011, quando o exército do país iniciou uma ofensiva na Somália contra a milícia radical islâmica Al Shabab, que, por sua vez, ameaçou efetuar inúmeros ataques no Quênia como represália.

No último mês de julho, a polícia de Nairóbi advertiu que o Al Shabab poderia estar planejando um grande atentado no Quênia durante o mês do Ramadã, em vigor atualmente.

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O grupo terrorista islâmico, que em fevereiro anunciou sua adesão formal à Al Qaeda, combate desde 2006 o Governo Federal de Transição somali e à Missão da União Africana na Somália (AMISOM) para criar um Estado muçulmano de corte wahhabista no país.

A Somália vive em um estado de guerra civil desde 1991, quando foi deposto o ditador Mohamed Siad Barre, que deixou o país sem um governo efetivo e em mãos de milícias islâmicas e grupos armados. EFE

pa/fk

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