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EUA executam mulher que planejou assassinato do marido há 18 anos

As autoridades do estado da Geórgia, nos Estados Unidos, executaram nesta quarta-feira uma mulher condenada à morte pelo assassinato de seu marido em fevereiro de 1997. Kelly Renee Gissendaner se tornou a primeira mulher a ser executada no sul dos EUA em 70 anos.

Kelly, que foi executada com uma injeção letal, havia sido sentenciada à morte por ter planejado junto com seu amante a morte de seu marido, Douglas Gissendaner. Seu amante, o autor no crime, foi condenado à prisão perpétua após testemunhar contra ela no julgamento.

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A execução ocorreu mesmo após um pedido de clemência e o papa Francisco ter solicitado que sua pena fosse revertida, quando enviou uma carta às autoridades do estado pedindo sua clemência.

A execução tinha sido suspensa há sete meses, depois que os advogados de Kelly alegaram problemas no coquetel letal. Os filhos de Gissendaner perdoaram a mãe e também intercederam em seu favor, argumentando que ela havia se recuperado.

“Escolhemos tentar salvar a vida dela, e eles nos negaram”, disse Kayla Gissendaner, filha de Kelly, do lado de fora da prisão de Jackson, local da execução.

Kelly Gissendaner é a primeira pessoa a ser executada na Geórgia sem ter cometido diretamente o crime desde que o estado restabeleceu a pena de morte em 1970.

(Com Estadão Conteúdo)