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EUA descartam envio de tropas após reabertura de embaixada em Kiev

Decisão foi anunciada depois de chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos conversar pela primeira vez com contraparte russo sobre guerra na Ucrânia

Por Matheus Deccache Atualizado em 19 Maio 2022, 17h20 - Publicado em 19 Maio 2022, 15h35

O governo dos Estados Unidos declarou nesta quinta-feira, 19, que não pretende enviar tropas para a embaixada americana em Kiev, capital da Ucrânia, reaberta na última quarta-feira, de acordo com um alto funcionário da Defesa americana, citado pela rede CNN. 

Em fala a repórteres no Pentágono, autoridades disseram ter adiado a discussão com o Departamento de Estado sobre a necessidade de segurança da embaixada, deixando claro, que, no futuro, a decisão pode ser revista. 

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“No momento, não há nenhum componente de segurança militar dos Estados Unidos para as necessidades de segurança de suas embaixadas. Mas não quer dizer que isso não possa mudar com o tempo”, disse o funcionário.

Ainda de acordo com ele, o secretário de Defesa americano, Lloyd Austin, ainda não se decidiu se as tropas devem ou não estar presentes na embaixada, fechada pouco antes da invasão da Rússia à Ucrânia, em fevereiro.

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“Não houve uma decisão específica do secretário de uma forma ou de outra sobre isso. E ele certamente não expressou uma opinião de que não quer ou nunca vai querer fornecer qualquer assistência militar caso seja necessária pelo Departamento de Estado”, completou. 

Também nesta quinta, o Chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Mark Milley, conversou pela primeira vez desde o início da guerra com sua contraparte russo, o general Valery Gerasimov, por telefone. 

De acordo com a leitura da conversa feita pelo porta-voz do Estado-Maior Conjunto, Dave Butler, os líderes militares discutiram várias questões de preocupação relacionadas à segurança e concordaram em manter as linhas de comunicação abertas.

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A conversa ocorre seis dias depois que os secretários de Defesa americano e russo  conversaram também pela primeira vez desde 24 de fevereiro, data da invasão. Segundo o governo dos Estados Unidos, a ligação durou cerca de uma hora e teve como foco o pedido de um “cessar-fogo imediato” na Ucrânia. 

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