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EUA ameaçam usar a força se Irã fechar Estreito de Ormuz

Secretário de Defesa americano diz que provocação de Teerã não ficará impune

Por Da Redação 8 jan 2012, 12h48

Os Estados Unidos prometeram, neste domingo, responder por meio da força caso o Irã tente fechar o Estreito de Ormuz, que fica na entrada do Golfo Pérsico. A ameaça foi feita pelo secretário de Defesa norte-americano, Leon Panetta, em entrevista ao programa Face the Nation, da rede de TV CBS. O estreito representa uma passagem estratégica para o tráfego marítimo de petróleo. Segundo Panetta, o fechamento de Ormuz representa uma “linha vermelha” que não deve ser ultrapassada.

“Nós deixamos muito claro que os EUA não vão tolerar o bloqueio do Estreito de Ormuz”, disse Panetta. “É mais uma linha vermelha para nós e dessa vez nós vamos responder a eles”, acrescentou. Um sexto do petróleo do mundo circula pelo Estreito de Ormuz, passagem entre o Golfo de Omã e o Pérsico. A ameaça do Irã de bloquear a passagem é uma reação à advertência do Ocidente, que estuda mais sanções a Teerã como meio de deter seu programa nuclear. O ministro da Defesa da Grã-Bretanha, Philip Hammond, já havia advertido o regime de Teerã de que qualquer tentativa de bloquear o estreito será considerada ilegal.

Washington advertiu que manterá seus navios de guerra mobilizados no Golfo, enquanto a Casa Branca considerou que as advertências do Irã demonstravam sua “debilidade” e a eficácia das sanções aplicadas contra o país por impulsionar seu polêmico programa nuclear. O oficial americano de maior patente militar, o general Martin Dempsey, que acompanhou Panetta em sua apresentação, disse que o Irã estaria em condições de bloquear o estreito, o que seria uma “ação intolerável”, segundo ele.

“Eles investiram em meios que poderiam permitir o bloqueio por um tempo do estreito de Ormuz. De nossa parte, investimos em meios para garantir que, se este for o caso, possamos impedir” a ação, informou o militar no programa da CBS. “Atuaremos e reabriremos o estreito” caso ele seja fechado, acrescentou o general Dempsey.

(Com agência France-Presse)

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