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Embaixador: identificação de carrasco de jornalista está próxima

Jihadista com forte sotaque britânico pode fazer parte do grupo de 500 pessoas que deixaram a Grã-Bretanha para se juntar ao Estado Islâmico

Por Da Redação - 24 ago 2014, 15h32

As autoridades britânicas estão perto de identificar o jihadista mascarado do Estado Islâmico (EI) que decapitou o jornalista americano James Foley, disse Peter Westmacott, embaixador britânico em Washington, neste domingo.

“Não posso dizer mais do que isto, mas sei por meus colegas que estamos próximos”, disse Westmacott. O jornal Sunday Times, citando fontes não identificadas do governo, informou que os serviços de inteligência MI5 e MI6 identificaram o jihadista suspeito de ter matado Foley, mas as fontes não divulgaram seu nome. Até agora, sabe-se apenas que ele é de origem britânica.

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O executor aparece em um vídeo decapitando Foley e ameaçando matar outro refém americano se o presidente Barack Obama não mudar sua política no Iraque. O inglês falado pelo combatente no vídeo tem forte sotaque britânico.

Westmacott disse que cerca de 500 britânicos viajaram para Síria e Iraque para se juntar ao movimento jihadista. O secretário de Relações Exteriores britânico, Philip Hammond, declarou em um artigo publicado no Times de Londres que o assassinato de Foley foi uma “alta traição ao país”.

“É horrível pensar que quem cometeu esse ato odioso tenha sido criado na Grã-Bretanha”, escreveu Hammond.

EUA confirmam liberação de jornalista feito refém

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O secretário de Estado americano, John Kerry, confirmou neste domingo a libertação do jornalista americano Peter Theo Curtis, sequestrado há quase dois anos na Síria, e assegurou que seu país seguirá trabalhando para conseguir a liberdade de outros reféns americanos nesse país.

‘Após uma semana marcada por uma tragédia inefável, todos estamos aliviados e agradecidos sabendo que Theo Curtis está voltando para casa’, disse Kerry em comunicado.

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