Assine VEJA por R$2,00/semana
Continua após publicidade

Em coletiva, Obama insiste em saída de Assad e desativação de Guantánamo

Segundo o presidente, se calar diante dos horrores praticados por Assad na Síria vai contra os valores americanos

Por Da Redação
Atualizado em 4 jun 2024, 22h13 - Publicado em 18 dez 2015, 18h25

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reiterou nesta sexta-feira que o ditador sírio Bashar Assad deve deixar o cargo para pôr fim à guerra civil no país e afirmou que mantê-lo no poder transformaria os americanos em alvo mais frequente de grupos terroristas. Em sua última coletiva de imprensa do ano, Obama falou também sobre o fechamento da prisão de Guantánamo e sobre as conquistas do ano de 2015.

“Não dizer nada diante de um líder autoritário que mata seus próprios cidadãos é contrário ao que somos e aos nossos interesses nesse ponto. Isso nos faria ser mais um alvo”, afirmou Obama. Segundo o presidente, a paz na Síria só será conquistada com a saída do ditador. “Essa é a discussão que tenho repetidamente com (o presidente da Rússia, Vladimir) Putin”, disse.

Leia também:

EUA e Cuba anunciam retomada de voos comerciais

Continua após a publicidade

Obama diz que EUA atingirão Estado Islâmico ‘mais forte do que nunca’

Obama e presidente da China conversam por telefone sobre acordo de Paris

Para tentar tranquilizar os cidadãos americanos, Obama falou de suas estratégias contra o terrorismo. “Se esmagarmos o coração do Estado Islâmico, seu núcleo na Síria e no Iraque, vai ser mais difícil para eles disseminar seu terror e propaganda para o resto do mundo”, disse o presidente, que também pediu que os cidadãos de seu país fiquem vigilantes para prevenir possíveis atos terroristas. “Todos nós podemos fazer a nossa parte ficando vigilantes, dizendo alguma coisa se vemos algo suspeito, recusando-nos a ser aterrorizados, e ficando unidos como uma família norte-americana.”

Continua após a publicidade

Em outro momento da coletiva, Barack Obama reforçou seu desejo de trabalhar no Congresso para fechar o centro de detenção de Guantánamo, em Cuba, uma de suas promessas de campanha desde que chegou à Casa Branca em 2008. Sugeriu que poderia agir mediante decretos, burlando uma possível negativa do Congresso para um esforço conjunto, e admitiu que “Guantánamo é um ímã fundamental no recrutamento de jihadistas”.

Ao tratar de suas conquistas como presidente em 2015, exaltou o acordo internacional sobre o clima fechado em Paris, afirmando que a resolução estabelece uma demanda por energia limpa que não será dependente de ação do Congresso dos Estados Unidos. “Nós agora temos um mercado global por energia limpa que é estável e vai se acelerar durante o curso da próxima década”, disse Obama.

(Da redação)

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 2,00/semana*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de R$ 39,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$96, equivalente a R$2 por semana.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.