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Em 2011, 566 militares da Otan morreram no Afeganistão

Por Da Redação 1 jan 2012, 04h44

Cabul, 1 jan (EFE).- A missão da Otan no Afeganistão informou há algumas horas da morte de um membro de seu contingente no sul do país, com o que se eleva para 566 o número final de militares estrangeiros mortos durante 2011 no país centro-asiático.

O militar morreu, de acordo com um comunicado da Aliança Atlântica, ‘em um incidente alheio à batalha’ o que eleva o total de baixas da Otan a 2.847 desde o início da invasão do Afeganistão em 2001, segundo a portal especializado ‘icasualties.org’.

O ano de 2011 foi o segundo mais mortífero desde o início do atual conflito afegão, só atrás de 2010, quando 711 militares do contingente internacional pereceram.

Apesar dessa queda, durante 2011 as tropas internacionais sofreram seu pior golpe quando no dia 6 de agosto 30 soldados dos EUA morreram junto a oito afegãos quando o helicóptero no qual viajavam na província central de Wardak foi derrubado.

Os militares americanos, que representam três quartas partes dos cerca de 130 mil soldados desdobrados, foram as que sofreram mais baixas (417), seguidas dos contingentes britânico (45) e francês (26).

Até agora, o conflito causou, segundo um recente relatório da universidade americana de Brown, entre 34 mil e 46 mil mortos – estrangeiros e afegãos -, deles até 14 mil civis, de acordo com os cálculos mais pessimistas.

A Otan começou a retirar suas tropas em julho passado e os principais países que contribuem para a missão conjunta já tornaram públicos seus planos de saída, que na maioria de casos termina no final de 2014. EFE

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