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Defesa de Ghislaine Maxwell entra com pedido de novo julgamento

Advogados dizem que há 'motivos incontestáveis' para um novo julgamento

Por Da Redação Atualizado em 20 jan 2022, 17h04 - Publicado em 20 jan 2022, 16h58

A defesa da socialite britânica Ghislaine Maxwell solicitou nesta quinta-feira (20) um novo julgamento, menos de um mês após sua condenação por acusações de tráfico sexual.

Os advogados de Maxwell manifestaram preocupação com a possível falha de um jurado em divulgar antes do julgamento que ele foi abusado sexualmente quando criança.

Os advogados disseram que há “motivos incontestáveis” para um novo julgamento depois que o jurado, que pediu para ser identificado por seu primeiro e segundo nome, Scotty David, disse à imprensa que havia sido abusado quando criança.

Ele também falou que sua experiência o ajudou a convencer alguns jurados de que a memória imperfeita de uma vítima de abuso sexual não significa que o abuso não aconteceu.

Os advogados da socialite afirmam que os jurados em potencial haviam sido convidados a preencher um questionário perguntando: “Você ou um amigo ou membro da família já foi vítima de assédio sexual, abuso sexual ou agressão sexual”? Por isso, pediriam um novo julgamento.

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Citando as reportagens da imprensa em uma carta, os promotores disseram que Scotty afirmou não se lembrar de ter sido perguntado se ele havia sido vítima de abuso sexual.

Os promotores pediram que qualquer investigação dos jurados fosse “conduzida exclusivamente sob a supervisão do Tribunal”.

Ghislaine foi condenada por estar envolvida no esquema dele de tráfico de meninas menores de idade.

A sentença saiu no final de dezembro e inclui a condenação em cinco das seis acusações de tráfico sexual e outros crimes, como recrutar e aliciar adolescentes para encontros íntimos.

Ghislaine Maxwell afirma ser inocente, e seus advogados argumentam que ela está sendo usada como bode expiatório por promotores determinados a responsabilizar alguém pelos crimes de Epstein, depois que ele se matou enquanto aguardava julgamento, em 2019.

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