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Conheça sete cidades italianas que oferecem casas a 1 euro

Medida do governo tenta atrair moradores para regiões que precisam ser povoadas

Por Eduarda Gomes Atualizado em 22 jul 2021, 23h46 - Publicado em 22 jul 2021, 07h01

Com paisagens bucólicas e gastronomia admirada mundialmente, a Itália sempre fez parte do imaginário popular. Nos últimos tempos, o sonho ficou um pouco mais acessível graças ao grave problema demográfico enfrentado pelo país.

Como estratégia para reverter a queda na população, o governo tem partido para medidas extremas, como vender casas por apenas 1 euro. A oferta inclui até mesmo estrangeiros. O último caso é o da cidade de Bisaccia, na região da Campânia, onde há uma profusão de residências vazias.

Boa parte dos imóveis está em situação decrépita e precisa de reformas, mas o governo promete que os custos serão compensados pela excelente qualidade de vida local.  Bisaccia, porém, não é a única. Veja abaixo sete cidades italianas onde é possível morar a preços rizíveis.

Bisaccia, Campânia

A cidade não busca apenas compradores para ocupar as antigas construções, mas também incentiva que as residências sejam usadas para projetos comerciais. As compras podem ser eitas direto com o município, o que facilita a transação. Para se mudar é necessário respeitar a arquitetura do centro histórico. Outra vantagem e a localização privilegiada do vilarejo, cercada por importantes sítios históricos.

Sambuca, Sicília

A vila já foi eleita a ilha mais bonita da Itália. Depois de anunciar casas a preço de banana, o prefeito da cidade afirmou receber ligações 24 horas por dia de interessados. No total, foram oferecidas 17 residências por 1 euro. Para conseguir os imóveis, os possíveis compradores devem se comprometer a reformar sua propriedade dentro de três anos, com custos a partir de 15 mil euros. Há um porém: caso exista mais de um interessado apto a comprar a mesma residência, leva quem der o lance mais alto.

Bivona, Sicília

Sede do Parque Natural Monti Sicani,  fica a uma hora de carro das famosas praias de Sciacca. Trata-se de uma ilha medieval, cheia de lendas e tradições sicilianas, e encanta os amantes da história e natureza. O objetivo do governo local é repovoar o centro histórico e recuperar edifícios abandonados.  Para tanto, está tirando as restrições de compra e oferecendo bônus nos impostos para quem se interessar em adquirir uma das propriedades vazias.

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Mussomeli, Sicília

Mussomeli, na Sicília
Mussomeli, na Sicília Divulgação/Divulgação

Também na Sicília, o governo de Mussomeli criou até uma agência virtual para que o público possa encontrar com mais facilidade uma propriedade perfeita.

Há desde pitorescoa chalés de pedra até estâncias verdejantes. Para adquirir um imóvel é necessário depósito de 5.000 euros, mais uma taxa de 400 euros que tem que ser pago para a agência imobiliária. No total, o custo chega a 33.000 reais.

Candela, Puglia

Candela, na Puglia
Divulgação/Divulgação

Com pouco mais de 2.000 habitantes, a cidade oferece desde 2018 um bônus de 800 euros para solteiros e 2.000 euros para casais com filhos que se mudarem para lá. Repleta de construções barrocas, Candela é conhecida como a pequena Nápoles por sua arquitetura característica.

Casoli, Abruzzo

Casoli, no Abruzzo
Casoli, no Abruzzo Divulgação/Divulgação

No alto de uma colina, Casoli foi construída em torno do castelo Masciantonio, que está aberto ao público e pode ser visitado. Com pouco mais de 5.000 habitantes, a vila busca pessoas interessadas em reformar casas antigas, vendidas por 1 euro. Para conseguir a residência, é preciso declaração formal de interesse por parte do comprador, que pode usar o espaço para morar ou para construir um negócio, como um hostel. Também é necessário estipular uma apólice de fiança no valor de 5.000 euros.

Zungoli, Campânia

Zungoli é um vilarejo rural que fica próximo à costa Amalfitana. Para conseguir uma casa exige-se preencher um formulário de inscrição, se comprometendo a reformar a casa que desejam comprar em três anos. Também pede-se um plano do que será feito com o imóvel, além de um depósito reembolsável de 2.000 euros para a cidade.

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